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Atividade sugerida
Faculdade: KURIOS
ResponderExcluirVideira Goiânia-GO
Aluno: Adriano Santos Leite Jesuino
A igreja sempre enfrentou dificuldade para formular a doutrina da trindade, e ao tentar racionalizá-la e dar uma construção, deixou a desejar ao ponto de vista das escrituras.
No período da Pré-Reforma os Judeus da época de Jesus davam muita importância a unidade, e ao trazer pra dentro da igreja não fizeram justiça a segunda e terceira pessoas da trindade.
Com o concilio de Nicéia (325 A.D) no século quarto a igreja deu inicio a doutrina da trindade, e no concilio de Constantinopla foi reconhecida a divindade do Espírito , e na grande obra de Agostinho chamada de trinitate, a trindade encontrou sua proporção mais completa seguido por João de Damasco.
A bíblia não trata a trindade como algo abstrato, o conhecimento dela e mais por revelação, e neste único ser há três pessoas, o PAI, o FILHO e o ESPIRITO SANTO.
Ao olhar para as três pessoas de forma natural podemos ver os aspectos relacionados a cada um, observando o “PAI” esse nome se aplica a Deus, a primeira pessoa da trindade, a quem a obra da criação e mais atribuída na Escritura.
O nome “FILHO” esta associado a segunda pessoa da trindade, Jesus, embora hoje podemos afirmar com clareza que JESU, DEUS e o ESPIRITO SANTO são uma só pessoa, a divindade de JESUS foi negada na igreja primitiva pelos ebionitas, monarquistas e pelos arianos.
O nome aplicado a terceira pessoa da trindade é o ESPIRITO SANTO, o termo hebraico para essa palavra e RUACH, e o Grego, PNEUMA, do latino SPIRITUS, que tem suas raízes em “SOPRAR”.
A obra do Espirito Santo na esfera da redenção e de grande importância, Ele preparou e qualificou Jesus para sua obra redentora, preparou um corpo para Cristo.
Hoje somos o corpo de Cristo, e o próprio Espírito Santo e quem nos prepara como corpo para habitação de manifestação de Jesus através do seu corpo.
Creio que JESUS e 100% Homem e 100% DEUS, e um exemplo da manisfestação dos três agindo num mesmo momento na terra, esta no batismo de JESUS. No qual a VOZ (DEUS) fala, a pomba (ESPIRITO SANTO) desce, e JESUS esta sendo batizado. Nessa cena vemos a manifestação dos três de forma abstrata.
Goiânia GO, 03 de Novembro de 2014.
ResponderExcluirFaculdade Kurios
Teologia Cristã
Aluno: Ismailde Gomes da Silva
SÍNTESE: A DOUTRINA DA TRINDADE DE DEUS
O que entendo da doutrina da Trindade é que, há somente um Deus em essência - em natureza divina - mas que este Deus subsiste em três pessoas distintas. Não há o que se questionar, porque, tanto a natureza, quanto a essência, foi, é, e sempre será compartilhada pelas três pessoas da Trindade – o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
Essência nos fala da unidade de Deus e pessoas ou subsistência nos fala das distinções que existem no ser divino. Pessoa é o elemento diferenciador na Trindade.
Essência é uma, pessoas são três.
A Trindade é constituída por três pessoas distintas(más, não separadas), e pelo motivo delas possuírem a mesma natureza, elas se completam em um único ser, ou seja, há apenas uma vontade, um poder, uma mente, uma determinação e um sentimento, por isto, a essência de Deus não é dividida entre as três pessoas da Trindade, ela é absoluta, completa e perfeita em cada uma delas - um só Deus, uma só substância e três pessoas.
Não se pode diluir a compreensão das riquezas de Deus, porque, isto foi feito no decorrer da história, e muito se errou.
Eu imagino que nós cristãos devemos ter sim conhecimento da trindade de Deus, assim como, o nível de atuação de cada ser triuno, contudo, querer saber os porquês disso ou daquilo, é o mesmo que discutir o sexo dos anjos.
Precisamos entender que há coisas, que somente nos serão reveladas - ou não - em momentos oportunos – certamente quando estivermos na glória – porque, se trata dos mistérios insondáveis de Deus.
A fé é estarmos fundamentados firmemente nas coisas que não vemos, e acreditarmos convictamente nas coisas que esperamos, por isto, eu acredito que Deus em Natureza é único e em Pessoas são 03, cada um agindo dentro de Seu propósito, de Sua distinção originária.
Enquanto estivermos crendo em Deus com o coração, certamente estaremos fazendo a vontade d’Ele, porém, àpartir do momento que crermos com a razão, certamente estaremos fazendo a vontade do homem.
FIM.
Trindade santa
ResponderExcluir1. A doutrina da Trindade na Historia:
A doutrina da Trindade começou a criar forma no século quarto.
O Concílio de Nicéia, 325 AD, declarou que o Filho é co-essencial com o Pai e o Concílio de Constantinopla, 381 AD, afirmou a divindade do Espírito. Foi decretado que o Filho é gerado pelo Pai e que o Espírito Santo procede do
Pai e do Filho.
2. Deus como Trindade em unidade:
a) Os atributos de Deus mostram a sua personalidade, revelando- o como um Ser moral e racional.
b) A doutrina da Trindade depende de revelação da Palavra de Deus na qual está inserida tanto no Novo como no Antigo Testamento.
No Antigo Testamento percebe-se a introdução da doutrina da Trindade onde, a pessoa do Anjo de Jeová ás vezes é o próprio Jeová e noutras distingue-se dele, a Palavra e a Sabedoria são personificadas, também em alguns trechos menciona-se mais de uma pessoa e noutros quem fala é Deus mencionando o Messias e o Espírito ou quem fala é o Messias mencionando Deus e o Espírito.
No Novo testamento há mais clareza e revelação da doutrina: onde Deus envia o seu Filho ao mundo; o Pai e o Filho enviam o Espírito Santo; no batismo, o Pai fala e o Espírito manifesta-se em forma de pomba.
3. Exposição da doutrina da Trindade:
Há no ser divino apenas uma essência indivisível e idêntica. Nele existem três pessoas individuais e distintas que na sua ordem são: o Pai a primeira pessoa, o Filho a segunda e o Espírito Santo a terceira. Não havendo diferença de dignidade pessoal, nem subordinação quanto à sua essência somente em relação à ordem e ao relacionamento. As três pessoas se distinguem em certos atibrutos tais como: a geração, que é ato exclusivo do Pai, a filiação que pertence só ao Filho e a processão que é atribuição do Espírito Santo. A Igreja não explica o mistério da Trindade, pois transcende a compreensão natural, mas procurou formular a sua doutrina evitando erros.
As três pessoas da trindade separadamente:
a) A primeira pessoa, o Pai:
Na Bíblia, esse nome expressa a relação teocrática dele com Israel, com a segunda pessoa o Filho e também com todos os filhos espirituais.
O Pai distingue-se no fato de que Ele não é gerado e em algumas obras está em primeiro plano como: planejamento da obra de redenção, eleição, as obras da criação e da providência a obra de representação da trindade no Conselho da Redenção como o Ser santo e justo, cujo direito foi violado.
b) A segunda pessoa, o Filho:
A subsistência pessoal do Filho é mostrada na Bíblia que coloca o Pai e o Filho um ao lado do outro, sendo um tão pessoal quanto o outro.
Os termos: unigênito e primogênito que se refere ao Filho evidenciam uma relação de geração e nascimento.
A geração eterna do Filho é um ato eterno e necessário do Pai, pelo qual Ele dentro do Ser divino é a base de uma segunda subsistência pessoal semelhante à sua própria e dá a está segunda pessoa posse da essência divina completa sem nenhuma divisão, alienação ou mudança.
As Escrituras aplicam ao Filho nomes divinos e perfeições divinas confirmando sua divindade: eternidade, onisciência, onipresença onipotência entre outras. Menciona-o realizando obras divinas como a criação, a providencia, o perdão de pecados, a ressurreição e o juízo, dissolução e a renovação de todas as coisas e honras divinas.
c) A terceira pessoa, o Espírito Santo:
Ele é designado na Bíblia como: Espírito Santo, Espírito de Deus, Espírito do Senhor, confirmando sua divindade.
Perfeições divinas, características e ações de personalidade são lhe atribuídas como, inteligência, vontade, sentimento. Ele também sonda, fala, testifica, ordena, revela, luta, cria, intercede e possui onipresença, onisciência, onipotência,eternidade.
Na esfera da redenção o Espírito Santo ofereceu: preparo e qualificação para Cristo na sua obra mediadora, a inspiração das Escrituras, a formação e o aumento da Igreja, o ensino e direção da Igreja, preparando-a para o seu destino eterno.
Aluna: Elaine Ferreira da silva Barbosa. Email: Elaine.ferreirasb@gmail.com
Goiania 04 de novembro de 2014
ResponderExcluirFaculdade ; kurios
Videira de goiania – go
Aluno; jucigley da silva Sousa
Teoligia Cristã
SINTESE; A DOUTRINA DA TRINDADE DE DEUS
A doutrina da trindade enfrentou dificuldade, quanto a formulação da igreja.
No período da pré- reforma os judeus não davam muito credito a segunda e terceira pessoa da trindade o que importava era somente a primeira pessoa.
Origenes ensinava que o filho e subordinado ao pai, e que o Espirito Santo ao filho. O monarquianismo dinâmico via Jesus apenas homem e no espirito santo uma influencia divina, monarquianismo modalista considerava o Pai, o Filho e o Espirito Santo como três modos de manifestação assumidos pela Divindade.
O concilio de Nicéia (325 A.D.) declarou que o Filho e co-essencial com o Pai, enquanto que o Concilio de Constantinopla (381 A.D.) afirmou a divindade do Espirito, embora não com a mesma precisão.
Periodo da pós-reforma. não temos maior desenvolvimento da doutrina da trindade, mas também houve alguns que, como consideravam ininteligível a afirmação da doutina de uma trindade ontológica, queriam livrar-se dela e se satisfizeram com a doutrina de uma trindade econômica, uma trindade como se vê revelada na obra de redenção e na experiência humana.
A PERSONALIDADE DE DEUS E A TRINDADE; o que revelam como um ser moral bem racional. Precisamos ter o cuidado de não estabelecer a personalidade humana como padrão pelo qual avaliar a personalidade de DEUS. ELE não poderia existir em nenhuma outra forma que não a forma tripessoal.
PROVA BIBLICA DA DOUTRINA DA TRINDADE. A doutrina da trindade depende decisivamente da revelação. A bíblia nunca trata da doutrina da trindade como uma verdade abstrata, mas revela a subsistência trinitária, em suas varias relações como realidade viva. a igreja confessa que a trindade e um ministério que transcende a compreensão do homem. A trindade e um mistério, não somente no sentido bíblico de que se trata de uma verdade anteriormente oculta e depois revelada, mas também no sentido de que o homem não pode compreendê-la e não torna-la inteligível.
O nome “filho” e a segunda pessoa da trindade o qual e jesus cristo, mas para nos o mesmo jesus e o mesmo Deus e o Espirito Santo, no qual foi rejeitada pela igreja primitiva!
E podemos ver a manifestação dos três no batismo de jesus!
Faculdade: KURIOS
ResponderExcluirVideira Goiânia-GO
Aluno: Noé Guedes de Oliveira Neto
SINTESE; A DOUTRINA DA TRINDADE DE DEUS.
A Trindade é constituída por três pessoas distintas (Pai, Filho e espírito), e pelo motivo delas possuírem a mesma natureza, elas se completam em um único ser, ou seja, há apenas uma vontade, um poder, uma mente, uma determinação e um sentimento, por isto, a essência de Deus não é dividida entre as três pessoas da Trindade, ela é absoluta, completa e perfeita em cada uma delas - um só Deus, uma só substância e três pessoas.
A igreja sempre enfrentou dificuldade para formular a doutrina da trindade, e ao tentar racionalizá-la e dar uma construção, deixou a desejar ao ponto de vista das escrituras.
No período da Pré-Reforma os Judeus da época de Jesus davam muita importância a unidade, e ao trazer pra dentro da igreja não fizeram justiça a segunda e terceira pessoas da trindade
Precisamos entender que há coisas, que somente nos serão reveladas - ou não - em momentos oportunos certamente quando estivermos na glória – porque, se trata dos mistérios insondáveis de Deus.
Enquanto estivermos crendo em Deus de coração, certamente estaremos fazendo a vontade d’Ele, certamente estaremos fazendo a vontade do homem.
Aluno(a) maria cristiane dias alves dos santos Faculdade:kurios
ExcluirVideira Goiania –Go
Doutrina da Trindade
Apesar da doutrina da trindade depender em grande parte da experiência cristã ,ou seja,com base na experiência que foi trazida ao nosso conhecimento ,pela auto-revelação,que Deus nos concedeu pelo seu Espirito Santo,no entanto,não poderíamos pregar essa doutrina ,baseando-se apenas nessa fonte,pois, não teríamos um grau de confiança capaz de provar essa verdade.
Daí a importância de reunir as provas escriturísticas.Um dos momentos registrados nas escrituras que nos dar fundamento na doutrina da trindade , é o momento do batismo de Jesus, onde Deus corporificou o filho ,o Espirito Santo em forma de pomba e a si próprio pela voz,quando abençoa Jesus.
A revelação mais fundamental é a revelação dada com fatos ,antes que com palavras .A revelação do Senhor é progressiva ,e se tornou mais clara na encarnação do filho e no derramamento do Espírito Santo em pentecoste.
Sendo assim ,após a ascensão de Cristo Jesus ,Deus em forma invisível ,porém sendo uma pessoa da trindade,passa a habitar dentro de cada crente ,onde esses ,são regenerados e santificados pelo poder e gloria que opera por meio do Seu Espírito Santo.
Aluno: Celso Teixeira Rodrigues
ResponderExcluirTurma: Videira-Goiânia
A Trindade Santa
1 - Na história:
A doutrina da Trindade sempre enfrentou dificuldades, uma das razões é que os judeus do tempo de Jesus davam muita ênfase à unidade de Deus. Tertuliano foi o primeiro a formular a doutrina, ensinou uma subordinação do Filho ao Pai, já Orígenes ensinava que o Filho era subordinado ao Pai e o Espírito Santo subordinado ao Filho. Sua proposição mais completa foi feita por Agostinho em sua obra, De Trinitate.
2 - Deus Como Trindade em Unidade:
Quando falamos da Trindade de Deus, nos referimos a uma trindade em unidade, e a uma unidade que é trina. A razão humana não consegue entender e explicar a Trindade, para entendê-la depende da revelação de Deus. A Bíblia nunca trata da doutrina como uma verdade abstrata, mas revela a subsistência trinitátia em suas várias relações.
No Velho Testamento há indicações da Trindade, porém sua revelação mais completa encontra no Novo Testamento, na encarnação do Filho e na habitação do Espírito Santo na Igreja.
3 – As três Pessoas Consideradas Separadamente
O Pai, ou a primeira pessoa da Trindade: A obra da criação é atribuída a Ele, o planejamento da obra de redenção, a eleição são atribuídas a Ele.
O Filho, ou a segunda pessoa da Trindade: Ele é a expressa imagem de Deus. Ele é eternamente gerado do Pai, que é o ato eterno e necessário da primeira pessoa da Trindade, pelo qual Ele, dentro de Ser Divino, é a base de uma segunda subsistência pessoal, semelhante à Sua própria, e dá a esta segunda pessoa posse da essência divina completa, sem nenhuma divisão, alienação ou mudança.
O Espírito Santo, ou a terceira pessoa da Trindade: O Espírito Santo, como o Filho, é da mesma essência do Pai e, portanto, é consubstancial com Ele. A tarefa especial do Espírito Santo consiste em levar as coisas à completação agindo imediatamente sobre a criatura e nela.
4 - Conclusão
Em relação às três pessoas da Trindade a única subordinação que podemos falar é quanto à ordem e ao relacionamento. O nosso Deus é, Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.
FACULDADE KURIUS
ResponderExcluirALUNO: GEOVANE SOUZA PEIXOTO
ALUNO – TEOLOGIA – VIDEIRA GOIANIA
O presente estudo trata de um dos temas mais complexos e debatidos de toda a teologia e do pensamento cristão: A Doutrina da Trindade. Assunto pelo qual gera dúvidas em nossa mente, tais como: como Deus é único e ao mesmo tempo três? Serão três Deuses diferentes? Será apenas um Deus, que se manifesta de três formas diferentes? Ou ainda: Um único Deus, com três subsistências distintas?
Os três membros são apenas um, não há três pessoas na Divindade, A Trindade é, uma doutrina que emerge da Bíblia, e não algo que foi moldado para se encaixar com a Bíblia; é uma doutrina que as próprias Escrituras ensinam, não apoiada apenas em um texto, mas em toda a extensão e revelação da Palavra de Deus.
Há coisas que não cabe o nosso entendimento natural, são situações a serem reveladas na vinda do Senhor, precisamos sim, estudar, conhecer os fundamentos para que possamos ser canais de ensino, vida e benção entre as pessoas, termos o entendimento que a palavra por si mata, mas o espirito é vida.
Faculdade: Kurios
ResponderExcluirVideira de Goiânia – GO
Aluno: Acácio Lopes Alencar Queiroz
SÍNTESE: A DOUTRINA DA TRINDADE DE DEUS
Em uma belíssima frase de ( NAZIANZO, Gregório de. Sermão sobre o santo batismo), que diz...“Não posso pensar em um e único, sem que me veja imediatamente envolvido pelo fulgor dos três; nem posso distinguir os três, sem que me veja imediatamente voltado para um e único.
Meu comentário: Conforme o autor da frase diz que não tem como pensar de forma separada, ou conjunta, entendemos que é uma questão de fé, mesmo sendo absurda ao nosso entendimento.
Diante do nosso conceito humano, tentar entender de forma cientifica ou não a respeito da Trindade de Deus, meramente seria uma tolice. Se lançarmos a nossa sobriedade acerca da Trindade, seria necessário analisar os dados bíblicos da qual emerge naturalmente esta doutrina antes, porém, hoje se cria uma forma pra depois encaixar a bíblia. No velho testamento podemos observar e concluir que de fato essa trindade já estava presente, além de haver várias passagens que denotam essa pluralidade.
Olhando para bíblia e suas conotações aonde Deus ao criar o homem refletindo um consenso da Trindade, ao utilizar, "Façamos a nossa semelhança"( Genesis1.26), traz uma segurança no assunto abordado e convicção no tema acima.Ou seja, já estavam presentes no antigo testamento essa trindade. De forma clara e objetiva, no Novo Testamento, o próprio Senhor Jesus, lança palavras da qual ele mesmo era um em três. ( João 10:30)
Essa abordagem nos mostra com clareza o ensino da Trindade , sendo relevante para o nosso estudo e pesquisa.
Diante do que foi dito acima, a nossa conclusão se resume no fato de que, diante de idéias e conceitos e todas as explicações, o titulo aponta para um caminho somente .. a Fé! E fora disso,crendo até um certo ponto, tonar-se a pessoa deficiente nas suas convicções. No entanto, não podemos fazer tentativas de negar ou explicar esse mistério da doutrina, pois sendo um mistério, a nossa mente pequena não seria capaz de entende-la, mais de crê.
Acácio Alencar
E-mail: pracacioalencar@gmail.com
CONVALIDAÇÃO - VIDEIRA GOIANIA
ResponderExcluirOBERDAN DE PAULA BRAGA JUNIOR – videoberdan@gmail.com
RESENHA, TEOLOGIA SISTEMATICA 3º EDIÇÃO BERMOKHOF – EDITORA CRISTÃ
VII - A Trindade Santa
O autor relata fatos históricos da definição da Trindade e dos esforços e dificuldades de formular e racionalizar as pessoas contidas em Deus e fazer justiça a esta definição colocando ela em linha com as Escrituras;
Também discursa a respeito de argumentos de teológico e suas varias definições a respeito da Trindade e sua unidade ou mesmo individualidade, comentando a evolução dos argumentos da pré reforma e pós reforma. O autor analisa a personalidade de Deus, e faz uma argumentações, da sua visão;
‘’A pluralidade em Deus e a maneira que Ele e melhor definido com um Deus pessoal tríuno em si mesmo e com características pessoais em sua pessoa, e muito limitada a afirmação que Deus e uma pessoa’’.
Mostra as base bíblicas do novo e velhos testamento da Trindade, como prova da sua existência e pluralidade, e com relação a sua exposição declara;
‘’A Trindade é um mistério, não somente no sentido bíblico de que se trata de uma verdade anteriormente oculta e depois revelada, mas também no sentido de que o homem não pode compreendê-la e não pode torná-la inteligível. É inteligível em algumas de suas relações e de seus modos de manifestação, mas é ininteligível em sua natureza essencial. Os numerosos esforços feitos para explicar o mistério foram especulativos, e não teológicos.’’
Desde os albores da era cristã fizeram-se tentativas para lançar luz sobre o Ser trinitário de Deus, sobre a trindade na unidade e a unidade na trindade, com analogias extraídas de várias fontes. Embora defeituosas, não se pode negar tiveram algum valor na discussão trinitária.
E termina delineando as características pessoais do Pai, Filho e Espirito Santos, e verbalizando a sua ação em seus aspectos conhecidos e desde o Deus Pai Criador, Ao Filho redentor e Ao Espirito Santo consolador.
Faculdade Kurios - Curso avançado de Teologia
ResponderExcluirIgreja Videira - Goiânia, GO
Aluno: Matheus Henrique de O. Silva
Síntese: A doutrina da Trindade
A muito tempo vemos que a uma grande contradição sobre essa doutrina. Ainda não muito clara, esforços vem sendo realizados para então entrar num consenso, temos um Deus triuno ou não? são três ou três Deuses?
O texto muito bem elaborado, traz algumas linhas de pensamentos sobre a trindade, ou a unidade de três seres divinos. Penso que ainda um pouco confuso, um pouco cientifico, demasiadamente complexo. Partindo daqui quero trazer um raciocínio.
Creio em um Deus quer era o mesmo ontem, hoje e eternamente, que não tem inicio de Dias, que não tem fim, que é onipotente, onisciente, onipresente, que é soberano. Esse Deus que é eterno, se revela em três forma majoritárias.
Nós, Humanos e também Sobrenaturais, somos também três e formados a imagem e semelhança de Deus. A fim de termos nós comunhão com um Deus residente temos o espirito, a fim de criação somos carne e a titulo de expressão somos alma. somos três em um. Tendo em vista isso, concluo que Deus é três: Corpo - Jesus, Alma - Deus e Espirito. O Senhor é pleno em todas as suas faculdades. Ele se expressa, Ele é físico e ao mesmo tempo espirito.
Creio que o senhor é em todas as listadas a cima, o mesmo, tanto em essência como também em substancia. Ele é o mesmo em forma, porém se mostra em três.
Jesus é o Corpo, o Verbo que se fez carne, é o mesmo Deus. o Pai, Deus em forma de Pai simboliza também a Alma, Ele é um Deus de Amor, Ele é amor, Ele se entristece com o pecado, Ele se alegra, Ele deseja. O Espirito Santo, a essência de Deus, a vida, o rio que corre do seu trono, o poder que opera em nós, a natureza de Deus. Em todas elas Ele é Deus, sempre foi, sempre é e sempre será. O Deus imutável, Soberano.
Faculdade: F A K
ResponderExcluirMinistério: Videira
Nome: Gustavo Vieira Teixeira
Síntese: Teologia Sistemática 3º Edição Louis Berkhof – Editora Cristã
A Bíblia, é um livro que pode levar a muitos a ter varias visões diferentes umas das outras, uma delas é sobre nosso Deus. Muitos vem estudando e defendendo sua tese. Será Deus ser um ou três. Tudo que a Bíblia nos levar a refletir é que Deus vai muito além do conhecimento do homem.
Como pode um Deus ser um e três ao mesmo tempo? Será que podemos ter três Deuses? Ou pode ser um Deus, que se manifestou de várias formas, como Pai, Filho e Espírito?
Essas perguntas vêm de muitos anos atrás. Através delas, podemos definir até mesmo algumas religiões. Algumas que creem apenas em um só Deus, Jeová, e vêem Jesus, como um mero homem revolucionário. Outras vêem Deus como Pai e Filho, mas não conseguem entender e aceitar o Espírito Santo como um Deus. Mas aqui podemos definir nosso Deus como sendo três e um ao mesmo tempo. Para compreendermos isso, precisamos em primeiro lugar esquecer a mentalidade humana, porque Deus não se limita ao conhecimento humano. Se ficarmos focados apenas no logos, não podemos ter a revelação pelo Espírito Santo, que é o rhema, de quem é Deus e Sua maravilhosa grandeza.
No novo testamento podemos ver Deus (Pai, Filho e Espírito Santo) se materializando naturalmente aqui na terra. Quando João Batista estava para Batizar Jesus, o Espírito Santo desce em forma de pomba e do céu há um som de trovão, dizendo “Este é meu Filho amado, em quem me comprazo”. Aqui vemos Jesus, sendo batizado; vemos o Espírito Santo, em forma de pomba; e o Pai, em voz de trovão.
Em minha opnião, é loucura não conseguir ver o manifestar de Deus, Pai, Filho e Espírito Santo, na Bíblia. Em todos os momentos, podemos ver os três na Bíblia. Creio que o Velho Testamento é apenas um reflexo do Novo Testamento, e em tudo nosso Deus estava presente. Podemos reparar em Gênesis, o Espírito de Deus pairava sobre a terra, e Deus Pai, cria todas as coisas. Por causa do pecado de Adão e Eva, Deus tece roupa de cordeiro (Jesus) para que o homem possa se cobrir. Podemos ver também, na Saída do Egito (Êxodo), o Deus Pai, EU SOU, chamando Moisés para libertar o povo, O cordeiro (Jesus) que foi morto e passado nos umbrais das portas, livrando o povo do espírito de morte e por último, o povo sendo guiado pela Nuvem de dia e pelo Fogo a noite, que é o Espírito Santo.
Isso nos leva a um nível maior de intimidade com Deus. De aprendermos a comunicarmos com os três, mesmo sendo um. De conhecer a cada dia o Deus Pai, criador de todas as coisas, o Deus de amor e Zeloso com os Seus; podemos nos aproximar mais de Jesus, o Deus que é completamente homem e completamente Deus, aquele que conhece nossas lutas, aquele que nos libertou e salvou do pecado; e conhecermos o Espírito Santo, nosso amigo fiel, conselheiro, guia, etc.
FAK – FACULDADE KÚRIOS
ResponderExcluirCURSO DE TEOLOGIA AVANÇADO VIDEIRA
TEOLOGIA SISTEMÁTICA 1
ALUNO: Jophir Silva Neto
Email. jophirsilva@hotmail.com
PROFESSOR: Guilherme
I - A DOUTRINA DA TRINDADE NA HISTÓRIA.
Explicar a doutrina da trindade – Pai, Filho e Espírito Santo, durante os séculos passados e até nos dias atuais tem sido uma tarefa árdua que ainda enfrenta muitas dificuldades e controvérsias.
1. PERÍODO DA PRÉ-REFORMA. Tertuliano foi o primeiro a empregar o termo TRINDADE. A igreja começou a formular a sua doutrina da Trindade no século quarto. Resumidamente nesse período foi declarado oficialmente que o Filho é gerado pelo Pai, e que o Espírito Santo procede do Pai e do Filho.
2. PERÍODO DA PÓS-REFORMA. Os socinianos da época da reforma seguiam as linhas arianas, mas foram além de Ário, pois para eles Cristo era um simples homem e o Espírito Santo apenas um poder ou influência.
II – DEUS COMO TRINDADE EM UNIDADE.
Quando falamos da Trindade de Deus, nos referimos a uma trindade em unidade, e a uma unidade que é trina.
a. A PERSONALIDADE DE DEUS E A TRINDADE. Sua vida se nos apresenta claramente na Escritura como uma vida pessoal. Se Deus não fosse um Deus pessoal, nem mesmo poderia haver religião, oração, comunhão com Ele, etc.
De acordo com Shedd, Deus não poderia contemplar-se a si mesmo, se não fosse trino em sua constituição.
b. PROVA BÍBLICA DA DOUTRINA DA TRINDADE. Existem muitas provas bíblicas da Trindade Santa tanto no Velho como no Novo Testamento. O Velho Testamento não contém plena revelação da existência trinitária de Deus, mas contém várias indicações dela – Gn. 1:26; 11:7. O Novo Testamento traz consigo uma revelação mais clara das distinções da Divindade. Jo. 3:16; Jo. 14:26; Mc. 1:11; 26; Rm. 8:26.
c. EXPOSIÇÃO DA DOUTRINA DA TRINDADE. Existe no Ser Divino apenas uma essência indivisível. Deus é um em Seu ser essencial, ou seja, em Sua natureza constitucional. Neste único Ser Divino há três Pessoas ou subsistências individuais, o Pai e o Filho e o Espírito Santo. Toda a indivisa essência de Deus pertence igualmente a cada uma das três pessoas. As pessoas da Divindade possuem a mesma essência.
III – AS TRÊS PESSOAS CONSIDERADAS SEPARADAMENTE.
1. O PAI, OU A PRIMEIRA PESSOA DA TRINDADE.
O nome Pai sempre é empregado com relação a Deus com o mesmo sentido na Escritura. Às vezes se aplica ao Deus Triúno como a origem de todas as coisas criadas. Atribui-se também o nome ao Deus com relação ao seu povo no Velho Testamento. No Novo Testamento o nome é geralmente empregado para designar o Deus Triúno como Pai.
2. O FILHO, OU A SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE.
O nome Filho é dado à segunda pessoa da Trindade. É também chamado de unigênito Filho de Deus ou do pai. Essa expressão unigênito Filho de Deus não se aplicaria a Jesus se Ele fosse apenas o Filho de Deus num sentido oficial ou ético. É somente porque Ele era Filho de Deus essencial e eterno que podia ser chamado Filho de Deus como Messias. Provas da divindade de Cristo – Jo. 1:1 ; 20:28 ; Fp. 2:6 ; Mt. 18:20 entre muitos outros.
3. O ESPÍRITO SANTO, OU A TERCEIRA PESSOA DA TRINDADE.
O nome aplicado à terceira pessoa da Trindade é Espírito Santo. O Espírito Santo tem personalidade, apesar de ter sido negada na igreja primitiva pelos monarquistas e pneumatomaquianos. A Bíblia traz provas suficientes da personalidade do Espírito Santo – Jo. 14:26 ; 15:26 ; Jo: 16:14. São lhe atribuídas características de pessoa, como inteligência, vontade, sentimentos (Jo. 14:26 ; At. 16:7 ; Ef. 4:30). O Espírito Santo não pode ser considerado apenas como poder ou influencia. O Espírito Santo inspirou a Escritura e trouxe aos homens a revelação especial de Deus. O Espírito Santo dá testemunho de Cristo e guia a Sua igreja em toda a verdade. Agindo dessa forma, o Espírito Santo manifesta a glória de Deus e de Cristo, aumenta o nosso conhecimento do Salvador, livra do erro a igreja e a prepara para o seu destino eterno. Glória Deus. Maranata!
Cleibson Marciano
ResponderExcluirFaculdade Kurios
Curso de Teologia Avançada (Videira - Goiânia)
Teologia sistemática
Tertuliano foi o primeiro a empregar o termo “Trindade” e a formular doutrina sobre o assunto, a partir daí muitos estudos surgem, e cada um defendendo seu ponto de vista.
O Concílio de Nicéia (325 A.D) declarou que o filho é co-essência com o Pai, enquanto que o Concílio de Constantinopla (381 A.D.) afirmou a divindade do Espírito, embora não com a mesma precisão. Quanto a inter-relação dos três, foi oficialmente declarado que o Filho é gerado pelo Pai, e que o Espírito procede do Pai e do Filho.
Para entendermos a Trindade de Deus precisamos ter revelação, e esta revelação vai tendo maior clareza na medida em que a obra redentora de Deus é revelada mais claramente, como na encarnação do Filho e no derramamento do Espírito. Deve-se a mais completa revelação da Trindade no Novo Testamento ao fato de que o Verbo se fez carne, e que o Espírito fez da igreja sua habitação.
Portanto entendemos que a Trindade tem a mesma essência e natureza que são três pessoas, mas todas em unidade.
Quanto à subsistência pessoal o Pai é a primeira pessoa, o Filho é a segunda e o Espírito a terceira. O Pai não é gerado por nenhuma das outras duas pessoas, nem delas procede; o filho procede do Pai e o Espírito procede do Pai e do Filho desde a eternidade.
Precisamos do Pai, que ama, cuida e disciplina, mas precisamos também do Filho, nosso redentor e porta de acesso ao Pai, e precisamos do Espírito, que nos capacita e consola.
THIAGO GONÇALVES DE OLIVEIRA
ResponderExcluirFACULDADE KURIOS (VIDEIRA GOIANIA)
A Trindade Santa
A Doutrina da Trindade na História:
.. É verdade que a razão humana pode sugerir algumas idéias para consubstanciar a doutrina, e que os homens, fundados em bases puramente filosóficas, por vezes abandonaram a idéia de uma unidade nua e crua em Deus, e apresentaram a idéia do movimento vivo e de auto-distinção.
1. PERÍODO DA PRÉ-REFORMA. Os judeus do tempo de Jesus davam muita ênfase à unidade de Deus, e esta ênfase foi trazida para dentro da igreja cristã. O resultado foi que alguns eliminaram completamente as distinções pessoais da Divindade, e que outros não fizeram plena justiça à divindade essencial da segunda e da terceira pessoas da Trindade Santa.
2. PERÍODO DA PÓS-REFORMA. Depois da Reforma não temos maior desenvolvimento da doutrina da Trindade, mas o que encontramos repetidamente são algumas das errôneas formulações antigas.
B. Deus como Trindade em Unidade
Visto que o homem foi criado à imagem de Deus, podemos compreender algo da vida pessoal de Deus pela observação da personalidade como a conhecemos no homem. O homem possuía a autoridade de Deus e o domínio por causa da sua criação, o homem foi criado para adorar o senhor, quando olhamos para o homem vemos a Deus por causa da sua semelhança e imagem.
2. PROVA BÍBLICA DA DOUTRINA DA TRINDADE. O tema aborda uma realidade que é totalmente desconhecida a nós e, além disso, sem parâmetro em toda a criação. Não há um só exemplo sequer nas existências que se compare a subsistência perfeita de Pai, Filho e Espírito Santo.
3. EXPOSIÇÃO DA DOUTRINA DA TRINDADE.
Há certos atributos pessoais pelos quais se distinguem as três pessoas. Primeiro, o nosso conceito de pessoa pode dificultar nossa compreensão do assunto. Para nós, pessoas são vistas como personalidades independentes uma das outras, individualidades totalmente separadas, especialmente por causa do pecado na natureza humana
4. VÁRIAS ANALOGIAS SUGERIDAS PARA LANÇAR LUZ SOBRE O ASSUNTO.
Algumas dessas analogias ou ilustrações foram tiradas da natureza inanimada e do reino vegetal, Deus pode se manifestar através da natureza como rios vegetação, florestas, animais e etc.
Outras, de maior importância, foram extraídas da vida do homem, através de sua capacidade, imagem do homem.
Tem-se chamado a atenção também para a natureza do amor, Deus e amor podemos ver que Cristo deus sua própria vida por amor da humanidade.
C. As Três Pessoas Consideradas Separadamente.
1. O PAI, OU A PRIMEIRA PESSOA DA TRINDADE
O Pai, a primeira pessoa da Trindade, é considerado como o pai eterno e perfeito. É atribuído a esta pessoa divina a criação do mundo.
2. O FILHO, OU A SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE
O nome “Filho” em sua aplicação à segunda pessoa Não foi criado pelo Pai, mas gerado na eternidade da substância do Pai. O Filho, a segunda pessoa da Trindade, é considerado como o Filho Eterno (Filho sob a ótica humana no sentido de que se tornando homem, deixou sua divindade, tornando-se totalmente dependente de Deus), com todas as perfeições divinas: a Ele é atribuída a redenção (salvação) do mundo.
3. O ESPÍRITO SANTO, OU A TERCEIRA PESSOA DA TRINDADE.
O nome aplicado à terceira pessoa da Trindade..
Não foi criado nem gerado. Manifestou-se primeiramente no Batismo e na Transfiguração de Jesus e plenamente revelado no dia de Pentecostes. O Espírito Santo, a terceira pessoa da Trindade, é considerado como o puro nexo de amor. Atribui-se a esta pessoa divina a santificação da Igreja e do mundo com os seus dons
ALUNO: ROGÉRIO FARIAS DA SILVA
ResponderExcluirFACULDADE KURIOS
VIDEIRA – GOIÂNIA; GO 12/11/14
VIII. A Trindade Santa
1. A PERSONALIDADE DE DEUS E A TRINDADE. Como acima foi exposto, os atributos comunicáveis de Deus salientam a Sua personalidade, desde que O revelam como um Ser moral bem como racional.
2. PROVA BÍBLICA DA DOUTRINA DA TRINDADE. A doutrina da Trindade depende decisivamente da revelação. É verdade que a razão humana pode sugerir algumas idéias para consubstanciar a doutrina, e que os homens, fundados em bases puramente filosóficas, por vezes abandonaram a idéia de uma unidade nua e crua em Deus, e apresentaram a idéia do movimento vivo e de auto-distinção.
3. EXPOSIÇÃO DA DOUTRINA DA TRINDADE.
Pode-se discutir melhor, e resumidamente, a doutrina da Trindade em conexão com várias proposições que constituem um epítome da fé professada pela Igreja sobre estes pontos.
a. Há no Ser Divino apenas uma essência indivisível (ousia, essentia). Deus é um em Seu se essencial, ou seja, em Sua natureza constitucional.
b. Neste único Ser Divino Há três Pessoas ou subsistências individuais, o Pai e o Filho e o Espírito Santo. Provam-no as várias passagens já citadas como válidas para consubstanciar a doutrina da Trindade.
c. Toda a indivisa essência de Deus pertence igualmente a cada uma das três pessoas. Quer dizer que a essência não é dividida entre as três pessoas, mas está com a totalidade absoluta da sua perfeição em cada uma das pessoas, de modo que têm unidade numérica de essência.
d. A subsistência e as operações das três pessoas do Ser Divino são assinaladas por certa ordem definida.
e. a igreja confessa que a Trindade é um ministério que transcende a compreensão do homem. A Trindade é um mistério, não somente no sentido bíblico de que se trata de uma verdade anteriormente oculta e depois revelada, mas também no sentido de que o homem não pode compreendê-la e não pode torná-la inteligível.
2. O FILHO, OU A SEGUNDA PESSOA DA TRINDADEa. O nome “Filho” em sua aplicação à segunda pessoa. A segunda pessoa da Trindade é chamada “Filho” ou “Filho de Deus” em mais de um sentido do termo. (1) Num sentido metafísico. Deve-se sustentar isto contrariamente aos socinianos e aos unitários, que rejeitam a idéia de uma Divindade tripessoal, vêem em Jesus apenas um homem, e consideram o nome “Filho de Deus” a Ele aplicado, primariamente como um título honorário conferido a Ele.3. O ESPÍRITO SANTO, OU A TERCEIRA PESSOA DA TRINDADE.a. O nome aplicado à terceira pessoa da Trindade. Apesar de se nos dizer em Jo 4.24 que Deus é Espírito9, o nome se aplica mais particularmente à terceira pessoa da Trindade. O termo hebraico com o qual Ele é designado é Ruach, e o grego, é pneuma, ambos os quais, como o vocábulo latino spiritus, derivam de raízes que significam “soprar”, “respirar”. Daí, também podem ser traduzidos por “sopro” ou “fôlego”, Gn 2.7; 6,17; Ez 37.5, 6, ou “vento”, Gn 8.1: 1 Rs 19.11: Jo 3.8.
Aluna: LUAR DE MORAIS TORRES
ResponderExcluirTurma: Videira – Goiânia
A. A Doutrina Da Trindade na História.
Durante a história, a doutrina da Trindade tem sido difícil de ser definida.
1. PERÍODO DA PRÉ-REFORMA.
Tertuliano foi o primeiro a usar o termo e formular a doutrina, mas pecou ao subordinar o Filho ao Pai. Vários propuseram doutrina a este respeito, alguns negavam a divindade do Filho, outros diminuíam a importância do Espírito e do Filho em relação ao Pai. O concílio de Nicéia (325 d.C.) declarou que o Filho é co-essencial com o Pai. Quanto à interrelação dos três, foi oficialmente declarado que o Filho é gerado pelo Pai, e que o Espírito procede do Pai e do Filho.
2. PERÍODO DA PÓS-REFORMA.
Após a reforma não outro grande desenvolvimento da doutrina, sendo que alguns erros da época anterior foram retomados, como a questão da subordinação ao Pai das demais pessoas da Trindade.
B. Deus como Trindade em unidade.
Ao falamos da Trindade de Deus, nos referimos a uma unidade que é trina, pois as três pessoas que a compõem estão unidas.
1. A PERSONALIDADE DE DEUS E A TRINDADE.
A Bíblia nos mostra um Deus pessoal, que é moral e racional.
2. PROVA BÍBLICA DA DOUTRINA DA TRINDADE
A doutrina da Trindade não é exatamente racional, pois depende de revelação, mas existe suporte tanto no Antigo quanto no Novo Testamente, não de maneira clara, e sim por indicações.
3. EXPOSIÇÃO DA DOUTRINA DA TRINDADE.
- Há no Ser Divino apenas uma essência indivisível;
- Neste único Ser Divino Há três Pessoas ou subsistências individuais, o Pai e o Filho e o Espírito Santo;
- Toda a indivisa essência de Deus pertence igualmente a cada uma das três pessoas;
- A subsistência e as operações das três pessoas do Ser Divino são assinaladas por certa ordem definida;
- Há certos atributos pessoais pelos quais se distinguem as três pessoas;
- A igreja confessa que a Trindade é um ministério que transcende a compreensão do homem.
C. As três pessoas consideradas separadamente.
1. O PAI, OU A PRIMEIRA PESSOA DA TRINDADE.
- Ele não é gerado.
- A única obra exclusivamente peculiar ao Pai é a da geração ativa.
2. O FILHO, OU A SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE.
- A propriedade característica do Filho consiste em que Ele é eternamente gerado do pai (resumidamente denominada “filiação”) e toma parte com o Pai na espiração do Espírito.
3. O ESPÍRITO SANTO, OU A TERCEIRA PESSOA DA TRINDADE.
- A tarefa especial do Espírito Santo é levar as coisas à completação agindo imediatamente sobre a criatura e nela.
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ResponderExcluirAluno: Lan Mats Evangelista Oliveira e Silva
ResponderExcluirE-mail: lanmats.evangelista@gmail.com
Videira - Goiânia
FAK
A. A Doutrina da Trindade na História
1. PERÍODO PRÉ-REFORMA: O primeiro a empregar a doutrina da trindade foi Tertuliano. Mas durante esse período, houve muitos enganos acerca da verdade do Pai, Filho e do Espírito Santo.
2. PERÍODO DA PÓS REFORMA: Não temos aqui um desenvolvimento da doutrina da trindade, e percebemos alguns erros persistindo acerca do assunto. Durante um bom tempo, declinou-se o estudo dessa doutrina, centralizando mais particularmente na personalidade de Deus.
B. Deus como Trindade em Unidade
Quando falamos da Trindade de Deus, nos referimos a uma trindade em unidade, e a uma unidade que é trina.
1. A PERSONALIDADE DE DEUS E A TRINDADE: Os atributos comunicáveis de Deus salientam a Sua personalidade, desde que O revelam como um Ser moral bem como racional.
2. PROVA BÍBLICA DA DOUTRINA DA TRINDADE: A doutrina da Trindade depende decisivamente da revelação. Ao mesmo tempo, é uma doutrina que não teríamos conhecido, nem teríamos sido capazes de sustentar com algum grau de confiança, somente com base na experiência, e que foi trazida ao nosso conhecimento unicamente pela auto-revelação especial de Deus. Portanto, é de máxima importância reunir suas provas escriturísticas. O Velho Testamento não contém plena revelação da existência trinitária de Deus, mas contém várias indicações dela. O Novo Testamento traz consigo uma revelação mais clara das distinções da Divindade
3. EXPOSIÇÃO DA DOUTRINA DA TRINDADE: Há no Ser Divino apenas uma essência indivisível. Neste único Ser Divino Há três Pessoas ou subsistências individuais, o Pai e o Filho e o Espírito Santo. Toda a indivisa essência de Deus pertence igualmente a cada uma das três pessoas. A subsistência e as operações das três pessoas do Ser Divino são assinaladas por certa ordem definida. Há certos atributos pessoais pelos quais se distinguem as três pessoas. A igreja confessa que a Trindade é um ministério que transcende a compreensão do homem.
C. As Três pessoas consideradas separadamente
1. O PAI, OU A PRIMEIRA PESSOA DA TRINDADE: O nome “Pai” em sua aplicação a Deus. Este nome nem sempre é empregado com relação a Deus com o mesmo sentido na Escritura.
2. O FILHO, OU A SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE: O nome “Filho” em sua aplicação à segunda pessoa. A segunda pessoa da Trindade é chamada “Filho” ou “Filho de Deus” em mais de um sentido do termo. É também chamado de unigênito Filho de Deus ou do pai. Essa expressão unigênito Filho de Deus não se aplicaria a Jesus se Ele fosse apenas o Filho de Deus num sentido oficial ou ético. É somente porque Ele era Filho de Deus essencial e eterno que podia ser chamado Filho de Deus como Messias.
3. O ESPÍRITO SANTO, OU A TERCEIRA PESSOA DA TRINDADE: O nome aplicado à terceira pessoa da Trindade. Apesar de se nos dizer em Jo 4.24 que Deus é Espírito, o nome se aplica mais particularmente à terceira pessoa da Trindade. O Espírito Santo tem personalidade, apesar de ter sido negada na igreja primitiva pelos monarquistas e pneumatomaquianos.
Faculdade Kurios
ResponderExcluirAluna: Simone Santana Costa
E-mail: simonesantanacosta@gmail.com
Videira – Goiânia
Síntese - Teologia sistemática 3º Edição Louis Berkhof – Editora Cristã.
VIII. A Trindade Santa
1. PERÍODO DA PRÉ-REFORMA. Tertuliano foi o primeiro a empregar o termo “Trindade” e a formular a doutrina, mas a sua formulação foi deficiente, desde que envolvia uma infundada
subordinação do Filho ao Pai. Ele desacreditou a divindade essencial destas duas pessoas do Ser Divino e forneceu um ponto de partida aos arianos, que negavam a divindade do Filho e do espírito Santo, apresentando o Filho como a primeira criatura do Pai, e o Espírito Santo como a primeira criatura do Filho. Assim, a consubstancialidade do Filho e do Espírito Santo com o Pai foi sacrificada, com o fim de preservar a unidade; e, segundo esse conceito, as três pessoas da Divindade diferem em grau de dignidade.
2. PERÍODO DA PÓS-REFORMA. Depois da Reforma não temos maior desenvolvimento da doutrina da Trindade, mas o que encontramos repetidamente são algumas das errôneas formulações antigas.
A palavra “Trindade” não é tão expressiva como a palavra holandesa “Drieenheid”, pois pode simplesmente denotar o estado tríplice (ser três), sem qualquer implicação quanto à unidade dos três. Geralmente se entende, porém, que, como, termo técnico na teologia, inclui essa ideia. Mesmo porque, quando falamos da Trindade de Deus, nos referimos a uma trindade em unidade, e a uma unidade que é trina.
1. A PERSONALIDADE DE DEUS E A TRINDADE. Como acima foi exposto, os atributos comunicáveis de Deus salientam a Sua personalidade, desde que O revelam como um Ser moral bem como racional.
2. PROVA BÍBLICA DA DOUTRINA DA TRINDADE. A doutrina da Trindade depende decisivamente da revelação. É verdade que a razão humana pode sugerir algumas idéias para consubstanciar a doutrina, e que os homens, fundados em bases puramente filosóficas, por vezes abandonaram a idéia de uma unidade nua e crua em Deus, e apresentaram a idéia do movimento vivo e de auto-distinção. Também é verdade que a experiência cristã parece exigir algo parecido com esta construção da doutrina de Deus.
C. As Três Pessoas Consideradas Separadamente.
1. O PAI, OU A PRIMEIRA PESSOA DA TRINDADE
a. O nome “Pai” em sua aplicação a Deus. Este nome nem sempre é empregado com relação a Deus com o mesmo sentido na Escritura.
b. A propriedade distintiva do Pai.
c. As opera ad extra atribuídas mais particularmente ao Pai.
2. O FILHO, OU A SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE
a. O nome “Filho” em sua aplicação à segunda pessoa. A segunda pessoa da Trindade é chamada “Filho” ou “Filho de Deus” em mais de um sentido do termo.
b. A subsistência pessoal do Filho. c. A geração eterna do Filho. d. A divindade do Filho. e. O lugar do Filho na Trindade econômica.
3. O ESPÍRITO SANTO, OU A TERCEIRA PESSOA DA TRINDADE.
a. O nome aplicado à terceira pessoa da Trindade. Apesar de se nos dizer em Jo 4.24 que Deus é Espírito9, o nome se aplica mais particularmente à terceira pessoa da Trindade.
b. A personalidade do Espírito Santo. As expressões “Espírito de Deus” e “Espírito Santo” não sugerem personalidade com a clareza que o temo “Filho” sugere.
c. A relação do Espírito Santo com as outras pessoas da Trindade.
d. A divindade do Espírito Santo.
e. A obra do espírito Santo na economia divina. Certas obras são atribuídas mais particularmente ao Espírito Santo.
Aluno : Murilo Colicchio
ResponderExcluirTurma: Videira – Goiânia
A Doutrina Da Trindade na História.
A doutrina da Trindade sempre foi difícil de compreender.
1. PERÍODO DA PRÉ-REFORMA.
Tertuliano foi o primeiro a empregar o termo “Trindade” e a formular a doutrina, mas a sua formulação foi deficiente, desde que envolvia uma infundada subordinação do Filho ao Pai.
2. PERÍODO DA PÓS-REFORMA.
Depois da Reforma não temos maior desenvolvimento da doutrina da Trindade, mas o que encontramos repetidamente são algumas das errôneas formulações antigas.
Deus como Trindade em unidade.
A trindade hoje é vista de maus olhos, onde as pessoas já identificam com a religião, mais isso é um erro, por que estamos falando da coisa mais sagrada q existe. A trindade q é formada por Deus, Jesus e o Espírito Santo tem o intuito de mostrar sua gloria como um ser natural, como uma pessoa com intimidade com outra.
A PERSONALIDADE DE DEUS E A TRINDADE
Como dito, a trindade é formada por pessoas distintas (mais no mesmo tempo juntas) q formam uma só, uma só vontade, um poder, uma mente e sentimentos q formam o caráter de Deus.
PROVA BÍBLICA DA DOUTRINA DA TRINDADE
A bíblia nunca trata da doutrina da trindade como uma verdade como uma verdade abstrata, mais acima disso precisamos da revelação disso. Deus nos traz essa revelação poderosa e entendemos o propósito da trindade. No novo testamento tem mais evidencias sobre esse assunto, q oferece clara revelação de deus enviando seu filho ao mundo, Jo 3.16 Gl 4.4 e do pai e filho enviando o espírito Jo 14.26 Gl 4.6.
Aluna: MARISTELA DE CASTRO JARDIM
ResponderExcluirTurma: Videira – Goiânia
A importância teológica da Trindade é percebida no fato de ela ser necessária para manter uma série de doutrinas cristãs. Acima de tudo, a deidade de Cristo, a imutabilidade de Deus, pois a palavra diz que “Deus é amor”. Se Deus não fosse triúno em seu ser, a criação do mundo e seu acesso ao homem em amor seriam impossíveis, sem que se mudasse sua natureza. É Deus criador relacionando com sua criatura, o homem.
Outra verdade é a auto-suficiência de Deus, sua independência absoluta. “Revelação refere-se a um ato desvendado, e isso implica um sujeito que realiza esse ato”. A teologia, depois de estabelecer a existência de Deus, prossegue para estabelecer a doutrina cristã de Deus e, depois a Trindade.
Ao refletir sobre as Escrituras, há quatro verdades sobre a visão do cristão sobre a Trindade: Primeira é que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são todos adorados como Deus. A segunda é que cada um é único, imutável e eterno. A terceira é que os três estão em comunhão eterna, cada um com os outros. Há uma hierarquia: o primeiro é o Pai, o segundo é o Filho e o terceiro é o Espírito Santo.
Embora exista só um Deus, ele existe em três pessoas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo. Na oração sacerdotal de Jesus, ele falou dessa pluralidade quando orou: “para que sejam um, assim como nós somos um” (Jo 17:22). A afirmação de João de que “Deus é amor” coloca em três palavras o auto-desvendamento de Deus na Bíblia: sua natureza exige relacionamentos sociais, e a doutrina da Trindade é o que garante tanto a natureza social de Deus como sua imutabilidade.
Não há uma doutrina trinitária nas Escrituras, mas há a presença da fé trinitária que aparece no louvor e na oração. A fórmula batismal indica que Pai, Filho e Espírito Santo, juntos formam um nome de Deus (Mt.28:19). A fórmula de benção faz em nome dos três que, juntos são um Deus (2Co 13:13). Os três participam do processo redentor (2Ts 2:13-14), do processo de santificação (1Co 12:4-6). Os três estão na concepção/nascimento de Jesus (Lc 1:35) e em seu batismo (Lc 3:21-22). Nas Escrituras o plano de redenção assume a forma de uma aliança entre diferentes pessoas dentro da Trindade. “O Pai é o autor do plano de redenção; ao Filho é o trabalho de redenção; e ao Espírito Santo as obras de regeneração e santificação. “Cada uma das pessoas participa de algum modo do trabalho dos outros (Jo 14:9,11; 2Co 5:19)”.
O Credo de Atanásio: “Veneramos um Deus na Trindade e a Trindade na unidade; sem confundir as pessoas nem dividir a essência; pois há uma pessoa do Pai, outra do Filho, outra do Espírito Santo; mas a natureza divina do Pai e do Filho e do Espírito Santo é uma, a gloria deles é igual, a majestade deles é coeterna”.
Gil alega que obviamente, aquilo que distingue as pessoas divinas deve ser simultâneo à existência do próprio Deus, uma vez que Deus é tanto eterno como imutável. Quanto às relações pessoais, que os distinguem um dos outros: como paternidade na primeira pessoa, filiação na segunda e inspiração na terceira. Só o Pai gera, é a fonte. É ele quem comunica essa natureza ao Filho e ao Espírito Santo; só o filho é gerado; e só o Espírito é soprado. Não é pelo fato de ser Pai, com respeito à criação ou à redenção, que o distingue dos outros na Trindade. Ele seria Pai, mesmo que nenhuma criatura fosse criada. O mesmo ocorre com o Filho, que é gerado, mas não no tempo, Ele é eterno. Ainda que gerado, não é posterior ao Pai. É prioridade de ordem, mas não no tempo ou essência. O Espírito é chamado de vento, uma característica que jamais foi atribuída ao Pai e ao Filho, mas o ministério de Espírito é visto na criação, redenção e inspiração da revelação.
“Um cristão não é apenas alguém que crê em Deus, ele é alguém que crê num Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo. “Não é demais dizer, pois, que a Trindade é o ponto em que todas as idéias e interesses cristãos convergem ao mesmo tempo o principio e o fim de todo entendimento verdadeiro do cristianismo”.
JULIANA RIBEIRO S. O. FREZ
ResponderExcluirE-mail: Juliana.frez@gmail.com
A Trindade Santa
A. A Doutrina da Trindade na História – Entende-se que há uma necessidade muito grande de entender a natureza da trindade. E durante toda a história da igreja estudou essa doutrina. Na tentativa de se chegar a um acordo surge, no período, pré-reforma as teorias de Tertuliano, o primeiro a iniciar uma doutrina acerca da Trindade, mas foi deficiente ao fundamentar uma insubordinação do Filho ao Pai. Orígenes foi mais longe ensinando explicitamente que o Filho é subordinado ao Pai quanto à essência e o Espírito Santo subordinado ao Filho. No período pós-reforma a Igreja começou a formular a sua doutrina da Trindade no século quarto. O Concílio de Nicéia e foi oficialmente declarado que o Filho é gerado pelo Pai, e que o Espírito procede do Pai e do Filho.
B. Deus como Trindade em Unidade - Quanto à unidade da trindade, a teologia se refere a uma trindade em unidade, e uma unidade que é trina. Quanto à personalidade de Deus e a trindade, podemos perceber algo da vida de Deus, podemos dizer que o homem é unipessoal e Deus é tripessoal, sem estabelecer a personalidade humana como padrão para avaliar a personalidade de Deus. A doutrina da trindade pode ser provada na bíblia. Alguns teólogos afirmam que a doutrina da Trindade foi revelada completamente no velho testamento. Por outro lado, outros afirmavam não haver nada sobre essa doutrina no velho testamento. Já no novo testamento vemos uma revelação mais clara das distinções da Divindade, Jesus, o Espírito Santo e o Pai aparecendo em diversas passagens. Em relação à exposição da doutrinada da trindade, há no ser divino apenas uma essência indivisível, ou seja, Deus é um em sua essência. Neste único ser Divino há três pessoas ou substancias individuais, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, a essência de Deus pertence igualmente a cada uma das três partes. Há certos atributos pessoais pelos quais se distinguem as três pessoas. São operações pessoais, não realizadas pelas três pessoas juntas, e são incomunicáveis. Há várias analogias sugeridas para trazer luz sobre o assunto. Embora, defeituosas, devemos afirmar que trouxeram algum tipo de ajuda. Principalmente as oriundas de comparações com a natureza e o homem, entendendo que há vestígios da essência triuna de Deus na sua criação, principalmente do homem que foi feito a sua imagem e semelhança.
C. As Três Pessoas Consideradas Separadamente - A primeira pessoa da trindade, o Pai, é considerada em vários sentidos. Primeiro como o Deus criador de todas as coisas. Como o Pai de Israel, seu povo no velho testamento. Como ao Pai de todos os seus filhos espirituais no novo testamento. E também como Pai de Jesus, a segunda pessoa da trindade. A segunda pessoa da Trindade é chamada “Filho” ou “Filho de Deus” em mais de um sentido. Num sentido metafísico, é muito evidente que Jesus Cristo é apresentado como o Filho de Deus na Escritura. Num sentido messiânico, é somente porque Ele era o Filho de Deus essencial e eterno, que podia ser chamado Filho de Deus como Messias. Num sentido natalício, também se dá a Jesus o nome “Filho de Deus” em vista do Seu nascimento à paternidade de Deus, gerado pela operação sobrenatural do Espírito Santo, e nesse sentido é o Filho de Deus. O Espírito Santo, ou a terceira pessoa da trindade é mais caracterizado como Santo do que as outras pessoas da trindade, provavelmente porque foi especialmente no Espírito e Sua obra santificadora que Deus se revelou como Santo. É o Espírito Santo que faz Sua habitação nos corações dos crentes, que os separa para Deus, e que os purifica do pecado.
ResponderExcluirFaculdade Kurios
Aluna: Áleson Gomes Santos
E-mail: alesongomes88@gmail.com
Videira – Goiânia
A Trindade ou Santíssima Trindade é a doutrina acolhida pela maioria das igrejas cristãs que professa a Deus único preconizado em três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Para os seus defensores, é um dos dogmas centrais da fé cristã, e considerado um mistério. Tais denominações consideram-se monoteístas. O judaísmo e o islamismo, bem como algumas denominações cristãs, não aceitam a doutrina trinitária.
Para se alcançar um entendimento sóbrio e isento de heresias acerca da Trindade é necessário analisar os dados bíblicos, dos quais naturalmente emerge essa doutrina, ao invés de se criar modelos e tentar encaixar a Bíblia a eles. O melhor modelo que podemos utilizar para a explicação da Trindade deve ser o reflexo direto dos dados escriturísticos. A Trindade é, portanto, uma doutrina que emerge da Bíblia, e não algo que foi moldado para se encaixar com a Bíblia; é uma doutrina que as próprias Escrituras ensinam. É impossível que qualquer ser humano consiga compreender o conceito da Trindade, muito menos explicá-lo. Deus é infinitamente mais elevado que nós, portanto, não devemos esperar que poderemos compreendê-lo totalmente. A Bíblia ensina que o Pai é Deus (Êxodo 3:14), que Jesus é Deus (João 8:58) e que o Espírito Santo é Deus (Atos 5:3-4). A Bíblia também ensina que há um só Deus (Deuteronômio 6:4; Tiago 2:19).
O assunto da Trindade, apesar de todas as explicações acima e das outras existentes, poderá ser compreendido até certo ponto, após o qual torna-se o “mistério tremendo”Assim cumpre a nós, juntamente com todos os cristãos fiéis de todas as épocas, honrar, servir, adorar e anunciar a graça de Deus, revelada por Cristo, debaixo do poder do Espírito Santo.
Curso de Teologia
ResponderExcluirTurma: Igreja Videira - Goiânia
Aluno: Marcos Rodrigues da Cruz
marcosrdacruz@gmail.com
1. No período da PRÉ-REFORMA Tertuliano foi o primeiro a empregar o termo TRINDADE e a formular a doutrina. Posteriormente, Orígenes também usava o termo, mas ambos ensinavam que o filho era subordinado ao Pai. Neste período surgiram também os ensinos de Ário, que não acreditava na divindade de Cristo, como que se Cristo distinguisse de Deus na dignidade. No concílio de Nicéia foi declarado que Jesus é co-essencial com o Pai.
2. No período PÓS-REFORMAnão vamos ver nenhuma novidade na discussão, mas os mesmos erros antigos, alguns arminianos vão defender a subordinação, outros defendiam uma espécie de modalismo, outros seguiram os ensinos de Ário, e foram até mesmo além, dizendo que Cristo era simples homem e o Espírito Santo apenas um poder ou influência.
B. DEUS COMO TRINDADE NA UNIDADE - A trindade de Deus é uma unidade trina, pois as três pessoas estão unidas.
1. A PERSONALIDADE DE DEUS E A TRINDADE – Em vista do fato de que há três pessoas em Deus, dizer que Deus é pessoal é melhor do que falar dele como uma pessoa.
2. PROVA BÍBLICA DA DOUTRINA DA TRINDADE – Tanto no Velho Testamento como no Novo Testamento temos provas da trindade, no Velho testamento não é tão claro, mas por vezes Deus refere a sim mesmo no plural e também com o nome Elohim. No Novo Testamento a distinção é mais clara, principalmente quando Jesus na grande comissão menciona que as pessoas devem ser batizadas em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
3. EXPOSICÃO DA DOUTRINA DA TRINDADE – podemos entender assim: Há no Ser divino apenas uma essência indivisível; Neste único Ser Divino há três ou subsistências individuais, o Pai, o Filho e o Espírito Santo; Toda a indivisa essência de Deus pertence igualmente a cada uma das três pessoas; A subsistência e as operações das três pessoas do Ser Divino são assinaladas por certa ordem definida; há certos atributos pessoas pelos quais se distinguem as três pessoa; e a Igreja confessa que a Trindade é um ministério que transcende a compreensão do homem.
C. AS TRÊS PESSOAS CONSIDERADAS SEPARADAMENTE
1. O PAI – A propriedade pessoal do Pai nos mostra que Ele não é gerado, e a única obra exclusivamente peculiar ao Pai é da geração ativa.
2. O FILHO – O Filho é tão pessoal quanto o Pai, o Filho é eternamente gerado, e de uma coisa não há dúvidas, Ele é Deus.
3. O ESPÍRITO SANTO - Um fato que indica que se trata de uma pessoa é que o Espírito Santo, como Consolador, é colocado em justaposição com Cristo como o Consolador que estava para partir.
Posso concluir então que adoramos um Deus em trindade,e e trindade em unidade. Não confundimos as pessoas, nem separamos a substância, mas no Pai, no Filho e no Espírito Santo, há uma divindade, glória igual e majestade coeterna. No entanto, não há três deuses, mas um Só Deus, que se manifesta em três pessoas. E nesta trindade não existe primeiro nem último, maior ou menor, mas as três pessoas coeternas são iguais entre si mesmas, de maneira que, tanto há unidade na trindade, como a trindade na unidade devem ser adoradas.
Faculdade: KURIOS
ResponderExcluirVideira Goiânia-GO
Aluno: Daniel Martins Inácio
Email: danielvideiramartins@hotmail.com
A doutrina da trindade sempre enfrentou dificuldades e, portanto, não é de admirar que a igreja, em seus esforços para formulá-la, tenha sido repetidamente tentada a racionaliza-la e a dar-lhe uma construção que deixava de fazer justiça aos dados da Escritura.
PERÍODO DA PRÉ-REFORMA. Os judeus do tempo de Jesus davam muita ênfase à unidade de Deus, e esta ênfase foi trazida para dentro da igreja cristã.
PERÍODO DA PÓS-REFORMA. Depois da Reforma não temos maior desenvolvimento da doutrina da Trindade, mas o que encontramos repetidamente são algumas das errôneas formulações antigas.
A PERSONALIDADE DE DEUS E A TRINDADE.
os atributos comunicáveis de Deus salientam a Sua personalidade, desde que O revelam como um Ser moral bem como racional. Sua vida se nos apresenta claramente na Escritura como uma vida pessoal; e naturalmente, é da maior importância sustentar a verdade da personalidade de Deus, pois, sem ela não pode haver religião no real sentido da palavra:
PROVA BÍBLICA DA DOUTRINA DA TRINDADE.
A doutrina da Trindade depende decisivamente da revelação. É verdade que a razão humana pode sugerir algumas idéias para consubstanciar a doutrina, e que os homens, fundados em bases puramente filosóficas, por vezes abandonaram a idéia de uma unidade nua e crua em Deus, e apresentaram a idéia do movimento vivo e de auto-distinção. Também é verdade que a experiência cristã parece exigir algo parecido com esta construção da doutrina de Deus.
Provas do Velho Testamento. O velho testamento não contém plena revelação da existência trinitária de Deus, mas contém varias indicações edições dela. O Novo Testamento oferece clara revelação de Deus enviando Seu filho ao mundo.
A Trindade é constituída por três pessoas distintas: Pai; filho e Espírito Santo
1. O PAI, OU A PRIMEIRA PESSOA DA TRINDADE
O nome “Pai” em sua aplicação a Deus ; a. Atribui-se também o nome ao Deus Triúno para expressar a relação teocrática que Ele mantém com Israel como o Seu povo no Velho Testamento, e no Novo Testamento o nome é geralmente empregado para designar o Deus Triúno como Pai,
2. O FILHO, OU A SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE
O nome “Filho” em sua aplicação à segunda pessoa. A segunda pessoa da Trindade é chamada “Filho” ou “Filho de Deus” em mais de um sentido do termo. A subsistência pessoal do Filho. Deve-se defender a realidade da subsistência pessoal do Filho contra todos os modalistas que, de um modo ou de outro, negam as distinções pessoais da Divindade
3. O ESPÍRITO SANTO, OU A TERCEIRA PESSOA DA TRINDADE
O nome aplicado à terceira pessoa da Trindade. O Velho Testamento geralmente emprega o termo “espírito” sem qualificativos, ou fala do “Espírito de Deus” ou “Espírito do Senhor”, e utiliza a expressão “Espírito Santo” somente em Sl 51.11; Is 63.10, 11, enquanto que o Novo Testamento esta veio a ser uma designação da terceira pessoal da Trindade. É um fato notável que, enquanto o Velho Testamento repetidamente chama a Deus “o Santo de Israel”, Sl 71.22;
o Novo Testamento raramente se aplica o adjetivo “santo” a Deus em geral, mas utiliza freqüentemente para caracterizar o Espírito.
Faculdade: KURIOS
ResponderExcluirVideira Goiânia-GO
Professor: Guilherme
Aluno: LEANDRO EVANGELISTA DE OLIVEIRA
Email: leandrovideiraevangelista@gmail.com
A doutrina da Trindade depende decisivamente da revelação. A doutrina da trindade sempre enfrentou dificuldades dar-lhe uma construção que deixava de fazer justiça aos dados da Escritura. Podemos ver no período da PERÍODO DA PRÉ-REFORMA. Os judeus do tempo de Jesus davam muita ênfase à unidade de Deus, e esta ênfase foi trazida para dentro da igreja cristã. O resultado foi que alguns eliminaram completamente as distinções pessoais da Divindade, e que outros não fizeram plena justiça à divindade essencial da segunda e da terceira pessoas da Trindade Santa. PERÍODO DA PÓS-REFORMA. Depois da Reforma não temos maior desenvolvimento da doutrina da Trindade, mas o que encontramos repetidamente são algumas das errôneas formulações antigas. Os arminianos, Episcópio, Curceleu e Limborgh reavivaram a doutrina da subordinação, outra vez, ao que parece, principalmente para defender a unidade da Trindade. A PERSONALIDADE DE DEUS E A TRINDADE. Deus. Sua personalidade, desde que O revelam como um Ser moral bem como racional. Sua vida se nos apresenta claramente na Escritura como uma vida pessoal; e naturalmente, é da maior importância sustentar a verdade da personalidade de Deus, pois, sem ela não pode haver religião no real sentido da palavra: nem oração, nem comunhão pessoal, nem entrega confiante, nem confiante esperança. Visto que o homem foi criado à imagem de Deus, podemos compreender algo da vida pessoal de deus pela observação da personalidade como a conhecemos no Contudo, precisamos ter o cuidado de não estabelecer a personalidade humana como padrão pelo qual avaliar a personalidade de Deus. PROVA BÍBLICA DA DOUTRINA DA TRINDADE. A doutrina da Trindade depende decisivamente da revelação. Podemos ter a prova Velho Testamento. O Novo Testamento.
A Trindade Pai; filho e Espírito Santo
1. O PAI, O nome “Pai” em sua aplicação a Deus ; a. Atribui-se também o nome ao Deus Triúno para expressar a relação teocrática que Ele mantém com Israel como o Seu povo no Velho Testamento, e no Novo Testamento o nome é geralmente empregado para designar o Deus Triúno como Pai,
2. O FILHO, O nome “Filho” em sua aplicação à segunda pessoa. A segunda pessoa da Trindade é chamada “Filho” ou “Filho de Deus” em mais de um sentido do termo. A subsistência pessoal do Filho. Deve-se defender a realidade da subsistência pessoal do Filho contra todos os modalistas que, de um modo ou de outro, negam as distinções pessoais da Divindade
3. O ESPÍRITO SANTO, O nome aplicado à terceira pessoa da Trindade. O Velho Testamento geralmente emprega o termo “espírito” sem qualificativos, ou fala do “Espírito de Deus” ou “Espírito do Senhor”, e utiliza a expressão “Espírito Santo” no Novo Testamento raramente se aplica o adjetivo “santo” a Deus em geral, mas utiliza freqüentemente para caracterizar o Espírito.
Faculdade: kurios
ResponderExcluirVideira: Goiânia-GO
Aluno:Mouro de Oliveira Cruszinis
Email:pr.mauro7@gmail.com
-Teologia sistematica
-A trindade santa
-A doutrina da trindade na historia
Pelo que vejo essa doutrina enfrenta muitas discussões ao longo dos anos por vários teólogos entre eles Tertuliano que foi o primeiro a esclarecer a Trindade, mas suas afirmações foram incorretas a ponto de dizer que Jesus era subordinado ao pai. Outro que foi infeliz nas suas afirmações foi Origenes dizendo que ate o Espírito Santo era subordinado a Jesus, sendo assim desacreditando a segunda e terceira pessoa da trindade Jesus e o Espírito Santo como sendo Deus.
Ario foi o próximo da lista dando declarações falsas sobre a pessoa de Cristo e do Espírito Santo dizendo que Eles não eram Deus, e que Jesus foi a primeira criatura de Deus e o Espírito como a primeira criação de Cristo, para refutar essa afirmação errônea cito João 1.1-3 e segue os erros com monarquianismo que via Jesus como um homem comum e o Espírito Santo como uma mera influencia de Deus.
Isso foi suficiente para acabar com a unidade de Deus teologicamente falando ou ereticamente falando melhor dizendo tamanho foi o erro de interpretação dos ereticos.
Graças a Deus em (325ad) a igreja se levantou e começou a explicar ou formular a doutrina da santíssima Trindade em um concilio chamado de micéia, e outro em (381ad) importante afirmação de que Deus e um em três pessoas, sendo pessoal pode interagir com o ser humano e se relacionar com ele, e de conhecer o seu amor EF 3.19, e de ser cheio do pleno conhecimento da sua vontade... CL 1.9
Deus se revela como três em toda as escrituras em JO. 3.16 Deus o pai ama que enviou seu filho encarnado em uma pessoa humana e o Espírito Santo agora faz morada na igreja, isso e tremendo e glorioso é muito amor para com a raça humana.
alessandra
ResponderExcluirCurso de Teologia
ResponderExcluirTurma: Igreja Videira - Goiânia
Aluna: Margareth Virgínia de Rezende Lopes
E- mail: margvrl@hotmail.com
A Doutrina da Trindade na História
Período da Pré- Reforma. Os Judeus do tempo de Jesus davam muita ênfase à unidade de Deus, e esta ênfase foi trazida para dentro da igreja cristã. O resultado foi que alguns eliminaram completamente as distinções pessoais da Divindade, e outros não fizeram plena justiça a divindade essencial da segunda e da terceira pessoa da Trindade Santa.
Período da Pós- Reforma. Depois da Reforma não temos maior desenvolvimento da doutrina da Trindade, alguns reavivaram a doutrina da subordinação, atribuindo ao Pai uma certa preeminência sobre as outras pessoas.
Deus como Trindade em Unidade
A personalidade de Deus e a Trindade. Os atributos comunicáveis de Deus salientam a Sua personalidade, desde que O revelam com um Ser moral bem como racional. Sua vida nos apresenta claramente na Escritura como uma vida pessoal. Precisamos ter o cuidado de não estabelecer a personalidade humana como padrão pelo qual avaliar a personalidade de Deus.
Prova Bíblica da doutrina da Trindade. A doutrina da Trindade depende decisivamente da revelação, é uma doutrina que não teríamos conhecido, nem teríamos sido capazes de sustentar com algum grau de confiança, somente com base na experiência, e que foi trazida ao nosso conhecimento unicamente pela auto-revelação especial de Deus .
- Provas do Velho Testamento: No Velho Testamento não contém plena revelação da existência trinitária de Deus, mas contém várias indicações dela. A Bíblia nunca trata da doutrina da Trindade como uma verdade abstrata, mas revela a subsistência trinitária, em suas várias relações, como uma realidade viva em conexão com as obras da criação e da providência, mas particularmente em relação a obra da redenção.
- Provas do Novo Testamento: O Novo Testamento traz consigo uma revelação mais clara das distinções da Divindade. Se no Velho Testamento Jeová é apresentado como Redentor e Salvador do Seu povo, no Novo Testamento é o Filho de Deus, distingue-se nessa capacidade.
Se no Velho Testamento é Jeová que habita em Israel e nos corações do que O temem, no Novo Testamento é o Espírito Santo que habita na igreja.
Exposição da doutrina da Trindade. Há um Ser Divino, apenas uma essência indivisível em sua natureza constitucional; Neste único Ser Divino Há três Pessoas ou subsistências, o Pai e o Filho e o Espírito Santo; Toda a indivisa essência de Deus pertence igualmente a cada uma das três pessoas; A subsistência e as operações das três pessoas do Ser Divino são assinaladas por certa ordem definida, o Pai é a primeira Pessoa, O Filho a segunda e o Espírito Santo é a terceira Pessoa; a Trindade é um mistério, não somente no sentido bíblico de que se trata de uma verdade anteriormente oculta e depois revelada, mas também no sentido de que o homem não pode compreendê-la e não pode torná-la inteligível.
Conclusão: A Trindade é uma doutrina que emerge da Bíblia, e não é algo que foi moldado para se encaixar com a Bíblia, é uma doutrina que as próprias Escrituras ensinam, não fundamentada em apenas um texto, mas em toda a extensão e revelação da Palavra de Deus. Assim, cabe a nós, juntamente com todos os cristãos de todas as épocas, honrar, servir, adorar e anunciar a graça de Deus, revelada por Cristo, debaixo do poder do Espírito Santo.
TEOLOGIA AVANÇADA/Igreja Videira
ResponderExcluirAluna :ALINY ROCHA GALVÃO
E-Mail:aliny_galvao@hotmail.com
TEOLOGIA SISTEMÁTICA
A Trindade Santa
A Doutrina da Trindade na História
PERÍODO DA PRÉ-REFORMA.
A igreja começou a formular a sua doutrina da Trindade no século IV. O Concílio de Nicéia(325 A.D.)declarou que o Filho é co-essencial com o Pai, enquanto que o Concílio de Constantinopla(381 A.D.) afirmou a divindade do Espírito,embora não com a mesma precisão. Quanto à interelação dos três,foi oficialmente declarado que o Filho é gerado pelo Pai,e que o Espírito procede do Pai e do Filho.
PERÍODO DA PÓS-REFORMA.
Após reforma não houve maior desenvolvimento da doutrina da Trindade mas o que encontramos repetidamente são algumas das errôneas formulações antigas.Os arminianos:reavivaram a doutrina da subordinação, o Pai é Deus como a subjacente unidade de todas as coisas, o Filho é Deus como passando a uma personalidade consciente no homem, e o Espírito Santo é Deus vivendo na igreja.Os socinianos: para eles Cristo era simples homem e o Espírito Santo apenas um poder ou influencia.
A PERSONALIDADE DE DEUS E A TRINDADE:
Aquilo que aparece como imperfeito no homem, existe com infinita perfeição em Deus. A grande diferença entre ambos é que o homem é unipessoal, enquanto que Deus é tripessoal.
PROVA BÍBLICA DA DOUTRINA DA TRINDADE:
PROVAS DO V.T.:não contém plena revelação da existência trinitária de Deus,mas contém várias indicações dela. Sua revelação mais fundamental é revelação dada com fatos, antes que com palavras. E esta revelação fica mais clara á medida em que a obra redentora de Deus é revelada, como na encarnação do Filho e no derramamento do Espírito.
PROVAS DO N.T:Revelação mais clara.Se no V.T. Jeová é apresentado como o Redentor e Salvador do Seu povo,no N.T.o e o Filho de Deus distingue-se nessa capacidade.Assim,as pessoas da Trindade,separadas,são expostas com clareza às nossas mentes.No batismo do Filho,o pai fala,e o Espírito Santo desce na forma de pomba.Na grande comissão Jesus menciona as três pessoas:“batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”,(Mt 28.19)
3. EXPOSIÇÃO DA DOUTRINA DA TRINDADE.
•Há no Ser Divino apenas uma essência indivisível
•Neste único Ser Divino Há três Pessoas ou subsistências individuais,o Pai e o Filho e o Espírito Santo.
•Toda a essência de Deus pertence igualmente a cada uma das três d. A subsistência e as operações das três pessoas do Ser Divino são assinaladas por certa ordem definida.pessoas.
•a igreja confessa que a Trindade é um ministério que transcende a compreensão do homem.
Em vista de que o homem foi criado à imagem de Deus,é simplesmente natural admitir que, se existem vestígios da vida trinitária nas criaturas, os mais claros deles hão de achar-se no homem.
1.O PAI, OU A PRIMEIRA PESSOA DA TRINDADE
2.O FILHO, OU A SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE
Se todas as coisas provêm do Pai,provêm mediante o Filho.Se o Pai é apresentado como a causa absoluta de todas as coisas,o Filho sobressai como a causa mediadora.
3.O ESPÍRITO SANTO, OU A 3ª PESSOA DA TRINDADE.
“spiritus”:“soprar”, “respirar”.ou "sopro” ou “fôlego”, Gn 2.7; N.T
A personalidade do Espírito Santo.
A personalidade do Espírito foi negada na Igreja Primitiva Um fato que indica que se trata de uma pessoa é que o Espírito Santo, como Consolador, é colocado em justo com Cristo como o Consolador que estava para partir.
•A relação do Espírito Santo com as outras pessoas da Trindade. As primeiras controvérsias trinitárias levaram à conclusão de que o Espírito Santo, como o Filho, é da mesma essência do pai e, portanto, é consubstancial com Ele. do Credo de Constantinopla: “Credimos in Spiritum Sanctum qui a Patre Filioque procedidit” (“Cremos no Espírito Santo, que procede do Pai e do Filho”).
O Espírito Santo dá testemunho de Cristo e guia a igreja em toda verdade. Em fazendo isto, Ele manifesta a glória de Deus e de Cristo, aumenta o nosso conhecimento do Salvador, livra de erro a igreja e a prepara para o seu destino eterno.
Alessandra Alves da Silva
ResponderExcluir14 de novembro de 2014
Email:missionariaalessandra90@.com
Videira-Goiânia
Faculdade:Kúrios
Síntese.
Teologia Sistemática
Louis Belkhof
A Doutrina da Trindade na História,no decorrer dos tempos procura-se explicar a Trindade,mas Deus não esta limitado ao raciocínio humano.
1º Período Pré-Reforma
Os Judeus dava muita ênfase á unidade de Deus,mesmo Jesus tendo ensinado aos Apóstolos que Ele é um com o Pai e o Espirito com o passar do tempo alguns foram eliminando completamente as distinções pessoais da Divindade e não reconhecendo a Divindade essencial da segunda e da terceira pessoa da Trindade Santa.
Tertuliano sendo o primeiro a ousar a falar da Doutrina da Trindade sua formulação não foi completa segundo a Teoria de Tertuliano havia a subordinação do Filho ao Pai,mas Orígenes continua com as doutrinas errôneas como uma especie de modalismo.
Uns não conseguem entender como Deus é três pessoas distintas,mas tetam explicar o Pai agindo em todos os aspectos de maneira diferente.Por algum tempo melhor seria deixar de discutir doutrinas da Trindade,para os Arianos,Cristo era uma simples homem e o Espirito Santo apenas um Poder ou influência.
*Personalidade de Deus
O tributo de Deus revelam sua personalidade,o revelam como ser moral bem como racional.Sem ela não poderíamos nos relacionar de maneira alguma com Deus não tem nada haver com a personalidade do homem.
*Prova Bíblica da Doutrina da Trindade
A verdade é que o Velho Testamento não traz plena revelação da existência trinitária de Deus.Mas é visto por toda a palavra a subsistência trinitária mostrando em evidencias mostrando com fatos e não com palavras.
Assim sabemos que a palavra de Deus não se contradiz mas se completa por isso em (MT 3.16-17)vemos de uma só vez a ação individuais.
Entende-se que só há necessidade dessa explicação para o entendimento humano mas para Deus é tudo muito simples por isso Jesus disse que não íamos compreender as coisas do Espirito a não ser pelo Espirito.
O Espirito Santo tem relação direto com o ser humano habitando em nossos corações,antes o Filho esteve juntamente com o Homem estando Ele encarnado mas hoje a nossa relação com o Pai acontece através do Espirito somente através do Espirito podemos ter essa comunhão.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirA doutrina da trindade sempre enfrentou dificuldades na história, e por muitas vezes a definiram baseados no raciocínio do homem e nas escrituras e não na sabedoria de Deus esse assunto no período da pré-reforma, principalmente em seus primeiros anos foi se discutido muito.
ResponderExcluirA trindade de Deus é provada nas escrituras, no velho testamento não se há plena revelação disso, mas contém várias indicações da existência da trindade, já no novo testamento essa revelação chega em seu ápice. No velho testamento jeová era o redentor e salvador de seu povo, no novo testamento é Jesus, João nos mostra que Jesus era a palavra e já estava desde o início da criação, assim a trindade estava presente na criação da terra, pois o Espirito pairava sobre a terra, e Deus sempre dizia e a palavra que saia da boca dele era o próprio Cristo. O novo testamento nos mostra o Espirito vindo como pomba sobre Jesus e o Pai confirmando que Ele era o filho, nos vemos Jesus dizendo que Ele é um no Pai e quem vê o Pai vê o Filho.
A Trindade então é formada pelo Pai, o Filho e o Espirito Santo, que são um, mas subsiste na forma de três, eles são a perfeita unidade.
Faculdade Kurios
ResponderExcluirIgreja Videira - Goiânia, GO
Aluno: Helen Cristina de Sousa Ribeiro
Síntese: A TRINDADE SANTA
No período da PRÉ-REFORMA, O Concílio de Nicéia declarou que o Filho é co-essencial com o Pai e o Concílio de Constantinopla afirmou a divindade do Espírito. Foi decretado que o Filho é gerado pelo Pai e que o Espírito Santo procede do Pai e do Filho.
No período da PÓS-REFORMA, não vemos um grande avanço da doutrina da Trindade, mas vemos a repetição de alguns erros, alguns defendendo a subordinação, outros defendendo os ensinos de Ário e ainda aqueles que criam que Cristo era simples homem e o Espírito Santo apenas um poder ou influência.
A doutrina da trindade depende totalmente da revelação da Palavra.
No Antigo Testamento percebe-se a introdução da doutrina da Trindade.
No Novo testamento há mais clareza e revelação da doutrina: onde Deus envia o seu Filho ao mundo; o Pai e o Filho enviam o Espírito Santo; no batismo, o Pai fala e o Espírito manifesta-se em forma de pomba.
A minha convicção é de que na Trindade há somente um Deus, que subsiste em 3 pessoas distintas. Em essência são 1, de maneira indivisível e idêntica.
E em pessoas são 3:
O Pai: que distingue-se no fato de que Ele não é gerado.
O Filho: Os termos unigênito e primogênito que se refere a Ele, e evidenciam uma relação de geração e nascimento.
O Espírito Santo: que é designado na Bíblia como: Espírito Santo, Espírito de Deus, Espírito do Senhor, confirmando sua divindade.
Helen Cristina de Sousa Ribeiro
email: helen.cssr@gmail.com
Graciele Luiz de Paula
ResponderExcluiremail: gracielelp4@hotmail.com
A Doutrina da Trindade na História
PERÍODO DA PRÉ-REFORMA. Os judeus do tempo de Jesus davam muita ênfase à unidade de Deus, e esta ênfase foi trazida para dentro da igreja cristã. O resultado foi que alguns eliminaram completamente as distinções pessoais da Divindade, e que outros não fizeram plena justiça à divindade essencial da segunda e da terceira pessoas da Trindade Santa.
PROVA BÍBLICA DA DOUTRINA DA TRINDADE. A doutrina da Trindade depende decisivamente da revelação. É verdade que a razão humana pode sugerir algumas idéias para consubstanciar a doutrina, e que os homens, fundados em bases puramente filosóficas, por vezes abandonaram a idéia de uma unidade nua e crua em Deus, e apresentaram a idéia do movimento vivo e de auto-distinção.
EXPOSIÇÃO DA DOUTRINA DA TRINDADE. Pode-se discutir melhor, e resumidamente, a doutrina da Trindade em conexão com várias proposições que constituem um epítome da fé professada pela Igreja sobre estes pontos.
a. Há no Ser Divino apenas uma essência indivisível (ousia, essentia). Deus é um em Seu se essencial, ou seja, em Sua natureza constitucional.
b. Neste único Ser Divino Há três Pessoas ou subsistências individuais, o Pai e o Filho e o Espírito Santo. Provam-no as várias passagens já citadas como válidas para consubstanciar a doutrina da Trindade.
c. Toda a indivisa essência de Deus pertence igualmente a cada uma das três pessoas. Quer dizer que a essência não é dividida entre as três pessoas, mas está com a totalidade absoluta da sua perfeição em cada uma das pessoas, de modo que têm unidade numérica de essência.
d. A subsistência e as operações das três pessoas do Ser Divino são assinaladas por certa ordem definida. Há uma certa ordem na Trindade ontológica.Quanto à subsistência pessoal o Pai é a primeira pessoa, o Filho é a segunda, e o Espírito Santo é a terceira.
e. há certos atributos pessoais pelos quais se distinguem as três pessoas. Chamam-se também opera ad intra, porque são obras realizadas no interior do Ser Divino e não se finalizam na criatura. São operações pessoais, não realizadas pelas três pessoas juntas, e são incomunicáveis. A geração é um ato exclusivo do Pai, a filiação pertence exclusivamente ao Filho, e a processão só pode ser atribuída ao Espírito Santo.
f. A igreja confessa que a Trindade é um ministério que transcende a compreensão do homem. A Trindade é um mistério, não somente no sentido bíblico de que se trata de uma verdade anteriormente oculta e depois revelada, mas também no sentido de que o homem não pode compreendê-la e não pode torná-la inteligível.
AS TRÊS PESSOAS CONSIDERADAS SEPARADAMENTE: A propriedade pessoal do Pai, falando em termos negativos, consiste em que Ele não é gerado, e, em termos positivos consiste na geração do Filho e na espiração do Espírito Santo. É verdade que a espiração é obra do Filho também, mas neste, essa obra não se combina com a geração. Estritamente falando, a única obra exclusivamente peculiar ao Pai é a da geração ativa.Deve-se defender a realidade da subsistência pessoal do Filho contra todos os modalistas que, de um modo ou de outro, negam as distinções pessoais da Divindade. De maior importância ainda é a obra do Espírito Santo na esfera da redenção. Aqui podem ser mencionados os seguintes pontos: (1) O preparo e a qualificação de Cristo para Sua obra mediadora. (2) A inspiração da Escritura. (3) A formação e o aumento da igreja. (4) Ensino e direção da igreja. O Espírito Santo dá testemunho de Cristo e guia a igreja em toda verdade.
Aluna: Diúllya Flores Ribeiro
ExcluirEmail: diullya.ribeiro@gmail.com
A Trindade Santa
A santíssima trindade é um mistério de um só Deus em três pessoas Pai Filho e Espírito. As três pessoas da Santíssima Trindade estabelecem uma comunhão e união perfeita, formando um só Deus, e constituem um perfeito modelo possuem a mesma natureza divina, a mesma grandeza.Porem há muitos conceitos tais como de Tertuliano foi primeiro a empregar o termo trindade mas não foi eficiente pois envolvia uma infundada subordinação do Filho ao Pai.Orígenes foi mais longe ensinando que Filho é subordinado ao Pai e o Espírito Santo ao Filho.Arianos negavam a divindade do Filho e do Espírito Santo. Havia também o monarquianismo dinâmico via Jesus apenas homem e Espírito Santo uma influência divina, mas o monarquianismo modalista considerava Pai Filho e Espírito Santo meramente como três modos de manifestação da divindade, a essência divina não é uma existência independente as três pessoas, pois não haveria verdadeira unidade, todas as analogias nos falam e ficamos profundamente conscientes de que a trindade é um mistério que ultrapassa a nossa possibilidade de compreensão, entretanto Ele é o Alfa e Ômega o começo e o fim.
Faculdade Kurios
ResponderExcluirEstudante: Yuri Andrei
E-mail: yuridejesus_7@live.com
A trindade santa
A doutrina da trindade na história
Período da pré-reforma
Devida a ênfase que os judeus davam a unidade de Deus alguns não levaram em consideração as distinções pessoais da trindade. Tertuliano, Orígines e os arianos formularam teorias equivocadas a respeito da trindade. Surgiram também alguns monofisistas até chegarmos a uma obra completa de Agostinho: Trinitate.
Período da pós-reforma
Durante esse período não houve progresso em relação a doutrina da trindade, apenas novas reformulações com os erros antigos feitos por alguns nomes como: Episcópio, Curceleu e Limborgh.
Deus como trindade em unidade
A personalidade de Deus e a trindade
Para entendermos a personalidade de Deus não podemos tomar como referencial a personalidade humana. A perfeição de Deus é infinita e enquanto a personalidade do homem se manifesta em um ser a de Deus se manifesta de forma tripessoal e Deus não poderia existir de outra forma que não fosse essa.
Prova bíblica da existência da trindade
O antigo testamento não contem plena revelação da existência trinitária de Deus contrariando o que alguns arminianos pensam e sim uma antecipação de algo que viria a se revelar no novo testamento.
No novo testamento temos uma revelação completa acerca da existência trinitária de Deus no momento do batismo de Jesus quando temos a voz de Deus se referindo a Jesus, temos a pomba representando o Espírito Santo e Jesus sendo batizado.
Exposição da doutrina da trindade
Deus é a soma total das perfeições infinitas e a base subjacente das atividades infinitas.
A essência de Deus não é dividida entre as três pessoas da trindade.
A trindade é a misteriosa e incompreensível gloria de Deus.
Varias analogias sugeridas para lançar luz sobre esse assunto
Algumas analogias usando elementos da natureza na tentativa de se explicar a trindade falham pois tratam da substancia e não do “ser”, outras tiveram uma relevância maior pois tratam de aspectos psicológicos do homem tomando por base que o homem é a imagem e semelhança de Deus e assim sendo, o homem possui alguns traços de Deus
As três pessoas consideradas separadamente
O Pai, ou a primeira pessoa da trindade
Aplica-se ao Deus triuno criador de todas as coisas; ao Deus triuno para expressar a relação teocrática que Deus tinha com Israel como seu povo; aplica-se ao pai de todos os seus filhos espirituais; e também em sentido diverso.
O Filho, ou a segunda pessoa da trindade
Jesus é o filho de Deus e Ele mesmo disse isso, motivo pelo qual os fariseus o acusavam de blasfêmia. Sendo Ele o filho de Deus também é o Messias. Ele é o filho de Deus pois foi gerado pelo Espírito de Deus.
Jesus é a expressão exata do Pai, portanto é uma pessoa também e também é Deus
Jesus é a nossa redenção
O Espírito Santo, ou a terceira pessoa da trindade
Espírito vem do grego “pneuma”, significa sopro.
O Espírito Santo também é uma pessoa, Ele intercede, luta, cria, testifica, ordena. Ele é o consolador que substituiria Cristo, portanto igualitário a Ele, assim sendo o Espírito Santo é Deus também.
Curso de Teologia
ResponderExcluirTurma: Igreja Videira - Goiânia
Aluno: Joana Elis Oliveira Andrade
E-mail: joana.zarky@gmail.com
TEOLOGIA SISTEMÁTICA 3ª EDIÇÃO LOUIS BERKHOF – EDITORA CRISTÃ
VIII. A TRINDADE SANTA
1. No Período da PRÉ-REFORMA, Tertuliano foi o primeiro a empregar o termo “Trindade” e a formular a doutrina, mas a sua formulação foi deficiente, desde que envolvia uma infundada subordinação do Filho ao Pai. Já Orígenes foi mais longe nesta direção, ensinando explicitamente que o filho é subordinado ao Pai quanto à essência que o Espírito Santo é subordinado até mesmo ao Filho. Nesse período também surgiram os ensinos de Ário que não aceitavam a divindade de Jesus e do Espírito Santo. No Concílio de Nicéia declarou que o filho é co-essencial com o Pai, enquanto no Concílio de Constantinopla afirmou a divindade do Espírito.
2. No PERÍODO DA PÓS-REFORMA, Houve um maior desenvolvimento da doutrina da Trindade mas não houve tantas mudanças, vemos que continuou-se repetindo os mesmos erros.
3. DEUS COMO TRINDADE EM UNIDADE: Deus são três pessoas em unidade.
4. A PERSONALIDADE DE DEUS E A TRINDADE: Deus é Racional e Ele se apresenta com um ser pessoal.
5. A PROVA BÍBLICA DA DOUTRINA DA TRINDADE: A doutrina da trindade depende decisivamente de revelação. No Antigo Testamento não contém a plena revelação da Existência trinitária de Deus, mas contém várias indicações dela.Têm se visto no Antigo Testamento Deus no plural com Elohim.
No Novo Testamento há uma revelação mais clara sobre a Trindade. Que revelam as obras de Deus como Pai, Filho e Espírito Santo.
6. A EXPOSIÇÃO DA DOUTRINA DA TRINDADE: Há no Ser Divino apenas uma essência indivisível. Neste único Ser Divino há três pessoas ou subsistências individuais, o Pai o Filho e o Espírito Santo. Toda a indivisa essência de Deus pertence igualmente a cada uma das três pessoas, quer dizer que a essência não é dividida entre as três pessoas, mas está com a sua totalidade absoluta em cada uma delas. A subsistência e as operações das três pessoas do ser divino são assinaladas por certa ordem definida, como o Pai sendo a primeira pessoa, o Filho sendo a segunda pessoa, e o Espirito Santo sendo a terceira pessoa, há também certos atributos pessoais pelos quais se distinguem as três pessoas. A Igreja confessa que a Trindade é um ministério que transcende a compreensão do homem.
7. O PAI: Ele deu origem há todas as coisas, ele planejou tudo.
8. O FILHO: Jesus, o Unigênito do Pai, mesmo assim Deus.
9. O ESPÍRITO SANTO: O Espírito de Deus, o sopro, Ele veio para testificar a existência de Deus, somente através dele podemos ter a revelação do Pai e do filho, e consequentemente a Trindade.
Igreja Videira
ResponderExcluirAluno :Petherson Peixoto de Carvalho
E-Mail:petherson.peixoto@hotmail.com
A Trindade Santa
A Doutrina da Trindade na História
PERÍODO DA PRÉ-REFORMA- A igreja começou a formular a sua doutrina da Trindade no século quarto. O Concílio de Nicéia (325 A.D.) declarou que o Filho é co-essencial com o Pai, enquanto que o Concílio de Constantinopla (381 A.D.).
PERÍODO DA PÓS-REFORMA - Depois da Reforma não temos maior desenvolvimento da doutrina da Trindade, mas o que encontramos repetidamente são algumas das errôneas formulações antigas.
B - Deus como Trindade em Unidade
1 - A PERSONALIDADE DE DEUS E A TRINDADE
Aquilo que é como imperfeito no homem há uma infinita perfeição em Deus. A grande diferença entre ambos é que o homem é unipessoal, enquanto que Deus é tripessoal.
2- PROVA BÍBLICA DA DOUTRINA DA TRINDADE
A - Provas do Velho Testamento - O Velho Testamento não contém plena revelação da existência trinitária de Deus, mas contém várias indicações dela, sua revelação mais fundamental é revelação dada com fatos, antes que com palavras. E esta revelação vai tendo maior clareza, na medida em que a obra redentora de Deus é revelada mais claramente, como na encarnação do Filho e no derramamento do Espírito.
B -Provas do Novo Testamento- O Novo Testamento traz consigo uma revelação mais clara das distinções da Divindade. Se no Velho Testamento Jeová é apresentado como o Redentor e Salvador do Seu povo. Na grande comissão Jesus menciona as três pessoas: “batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”, Mt 28.19. Também são mencionadas juntamente em 1 Co 12. 4-6; 2 Co 13.13; e 1 Pe 1.2.
EXPOSIÇÃO DA DOUTRINA DA TRINDADE
Há no Ser Divino apenas uma essência indivisível (ousia, essentia).Deus é um em Seu se essencial, ou seja, em Sua natureza constitucional.Neste único Ser Divino Há três Pessoas ou subsistências individuais.O Pai e o Filho e o Espírito Santo. Provam-no as várias passagens já citadas como válidas para consubstanciar a doutrina da Trindade.
VÁRIAS ANALOGIAS SUGERIDAS PARA LANÇAR LUZ SOBRE O ASSUNTO
a. Algumas dessas analogias ou ilustrações foram tiradas da natureza inanimada e do reino vegetal, como a da água da nascente, o riacho e o rio, ou a do vapor subindo na atmosfera, a nuvem e a chuva, ou a da chuva, a neve e o gelo;
b. Outras, de maior importância, foram extraídas da vida do homem, particularmente da constituição da mente humana e seus processos. Estas foram consideradas especialmente relevantes porque o homem é portador da imagem de Deus.
c. Tem-se chamado a atenção também para a natureza do amor, que pressupõe um sujeito e um objeto e requer a união de ambos, de modo que, quando o amor concretiza perfeitamente a sua obra, três elementos são incluídos. Mas é fácil ver que esta analogia é defeituosa, desde que coordena duas pessoas e um relacionamento. Não ilustra, absolutamente, uma tri-personalidade.Além disso, refere-se apenas a uma qualidade, e não a uma substancia possuída em comum pelo sujeito e pelo objeto.
1. O PAI, OU A PRIMEIRA PESSOA DA TRINDADE - O nome “Pai” em sua aplicação a Deus. Este nome nem sempre é empregado com relação a Deus com o mesmo sentido na Escritura.Atribui-se também o nome ao Deus Triúno para expressar a relação teocrática que Ele mantém com Israel como o Seu povo no Velho Testamento.
2. O FILHO, OU A SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE - O nome “Filho” em sua aplicação à segunda pessoa. A segunda pessoa da Trindade é chamada “Filho” ou “Filho de Deus” em mais de um sentido do termo. Naturalmente, esta filiação e a messianidade se relacionam com a filiação originária de Cristo.É somente porque Ele era o Filho de Deus essencial e eterno, que podia ser chamado Filho de Deus como Messias. Além disso, a filiação e a messianidade refletem a filiação eterna de Cristo.
3. O ESPÍRITO SANTO, OU A TERCEIRA PESSOA DA TRINDADE - Apesar de se nos dizer em Jo 4.24 que Deus é Espírito, o nome se aplica mais particularmente à terceira pessoa da Trindade.
Kurios
ResponderExcluirAluno Natanael dos Santos Costa
Email: natancosta01@gmail.com
Teologia sistemática
Deus como Trindade em Unidade
Deus é tripessoal. Shedd diz que Deus não poderia contemplar-se a Si mesmo, conhecer-se e comunicar-se Consigo mesmo, se não fosse trino em sua constituição. Em virtude da existência tripessoal de Deus, há uma infinita plenitude da vida divina nele.
Deus é um em Seu ser essencial, em Sua natureza constitucional. Neste único Ser Divino há três pessoas, o Pai e o Filho e o Espírito Santo, em Deus não há três indivíduos justapostos e separados uns dos outros mas somente auto-distinções pessoais dentro da essência divina.
Há uma certa ordem na Trindade, quanto à subsistência pessoal o Pai é a primeira pessoa, o Filho é a segunda, e o Espírito Santo é a terceira.
Há certos atributos pessoais pelos quais se distinguem as três pessoas, a geração é um ato exclusivo do Pai, a filiação pertence exclusivamente ao Filho, e a processão só pode ser atribuída ao Espírito Santo, nunca estas obras se devem exclusivamente a uma das pessoas, mas sempre são obras do Ser Divino completo.
O PAI
O nome “Pai” nem sempre é empregado com relação a Deus com o mesmo sentido na Escritura. Às vezes se aplica ao Deus Triúno como a origem de todas as coisas criadas. Conquanto nestes casos o nome se aplique ao Deus Triúno, refere-se mais particularmente à primeira pessoa. No Novo Testamento o nome é geralmente empregado para designar o Deus Triúno como Pai, num sentido ético, de todos os Seus filhos espirituais.
A propriedade pessoal do Pai, falando em termos negativos, consiste em que Ele não é gerado, e, em termos positivos consiste na geração do Filho e na espiração do Espírito Santo.
O FILHO
Ele é mencionado como o Filho de Deus do ponto de vista da pré-encarnação. É chamado o “unigênito” Filho de Deus ou do pai. É somente porque Ele era o Filho de Deus essencial e eterno, que podia ser chamado Filho de Deus como Messias.
A doutrina da geração do Filho é sugerida pela representação bíblica da primeira e da secunda pessoas da Trindade como estando na relação do pai e o Filho um com o outro. A geração do Filho deve ser considerada como um ato necessário e perfeitamente natural de Deus.
A Bíblia contém abundantes provas da divindade de Cristo. No Conselho da Redenção Ele toma sobre Si a tarefa de ser a Segurança do Seu povo, e executar o plano de redenção feito pelo Pai. Realiza-o mais particularmente em Sua encarnação, em Seus sofrimentos e em Sua morte
O ESPÍRITO SANTO
A prova bíblica da personalidade do Espírito Santo é mais que suficiente: Designativos próprios de personalidade Lhe são dados. São-lhe atribuídas características de pessoa, como inteligência, vontade e sentimentos. Ele realiza atos próprios de personalidade. Sonda, fala, testifica, ordena, revela, luta, cria, faz intercessão, vivifica os mortos, etc.Também há passagens em que se distingue entre o Espírito e o Seu Poder.
O Espírito Santo está na relação mais estreita possível com as outras pessoas. A obra para a qual o Espírito Santo foi enviado à igreja no dia de Pentecostes estava baseada em Sua unidade com o Pai e com o Filho.
São-lhe dados nomes divinos, são-lhe atribuídas perfeições divinas, Ele realiza obras divinas, é-lhe prestada honra divina,
Se pode dizer que a tarefa especial do Espírito Santo consiste em levar as coisas à completação agindo imediatamente sobre a criatura e nela. A obra do Espírito inclui as seguintes ações na esfera natural: A geração da vida, a vida é mediada pelo Espírito, Ele dá o toque final à obra da criação. A inspiração geral e a qualificação dos homens. O Espírito Santo inspira e qualifica os homens para as suas tarefas oficiais.
A obra do Espírito Santo na esfera da redenção – O preparo e a qualificação de Cristo para a Sua obra mediadora. Em seu batismo Cristo foi ungido com o Espírito Santo e recebeu do Espírito Santo dons habilitadores sem medida. A formação e o aumento da igreja.
Covalidação videira Goiânia
ResponderExcluirAluno: Anderson Souza da Silva
Trindade
A doutrina da Trindade Santa
Tertuliano foi o primeiro a empregar o termo “Trindade” e a formular doutrina sobre o assunto, a partir daí muitos estudos surgem, e cada um defendendo seu ponto de vista.
O Concílio de Nicéia (325 A.D) declarou que o filho é co-essência com o Pai, enquanto que o Concílio de Constantinopla (381 A.D.) afirmou a divindade do Espírito, embora não com a mesma precisão. Quanto a inter-relação dos três, foi oficialmente declarado que o Filho é gerado pelo Pai, e que o Espírito procede do Pai e do Filho.
Com o concilio de Nicéia (325 A.D) no século quarto a igreja deu inicio a doutrina da trindade, e no concilio de Constantinopla foi reconhecida a divindade do Espírito , e na grande obra de Agostinho chamada de trindade, a trindade encontrou sua proporção mais completa seguido por João de Damasco.
A Trindade é constituída por três pessoas distintas(más, não separadas), e pelo motivo delas possuírem a mesma natureza, elas se completam em um único ser, ou seja, há apenas uma vontade, um poder, uma mente, uma determinação e um sentimento, por isto, a essência de Deus não é dividida entre as três pessoas da Trindade, ela é absoluta, completa e perfeita em cada uma delas - um só Deus, uma só substância e três pessoas.
O Espírito Santo, ou a terceira pessoa da Trindade: O Espírito Santo, como o Filho, é da mesma essência do Pai e, portanto, é consubstancial com Ele. A tarefa especial do Espírito Santo consiste em levar as coisas à completarão agindo imediatamente sobre a criatura e nela. Creio em um Deus quer era o mesmo ontem, hoje e eternamente, que não tem inicio de Dias, que não tem fim, que é onipotente, onisciente, onipresente, que é soberano. Esse Deus que é eterno, se revela em três forma majoritárias. Jesus é o Corpo, o Verbo que se fez carne, é o mesmo Deus. o Pai, Deus em forma de Pai simboliza também a Alma, Ele é um Deus de Amor, Ele é amor, Ele se entristece com o pecado, Ele se alegra, Ele deseja.
Faculdade: Kurios
ResponderExcluirNome: Reinaldo Heitor Frez Filho
E-mail: heitor.frez@gmail.com
Quando abordamos de trindade santa dentro da teologia sistemática, estamos falando a respeito de um dos assuntos mais importantes no que tange em estruturar uma igreja com doutrinas saudáveis e protegidas de falsos ensinos e heréticos, além do fator de que se trata de um tema constantemente abordado e estudado por eruditos da teologia. Ao discorrer sobre trindade santa, estamos falando de algo que tem estado presente na igreja primitiva, quando os apóstolos defendem a divindade de Jesus ao pregar aos Judeus, como também o apóstolo Paulo por exemplo em sua carta aos Colossenses que combate sobre o gnosticismo e a divindade de Cristo. É possível também encontrar por exemplo discussões e debates quase sem fim em concílios promovidos pela história da igreja onde em muitas vezes não se chegava a um consenso trazendo assim teorias sem fim, além de muitos ensinos hereges e confusão para igreja. Não estou falando que devemos abrir mão em buscar maior clareza e revelação do assunto, mas também não quer dizer que devemos chegar a uma compreensão total do tema, entretanto podemos e devemos ser bíblicos ao trazer em seus fundamentos uma trindade santa e protegida de heresias e filosofias demoníacas que não respeitam nem um pouco o uso da hermenêutica e exegese trazendo assim questões que em nenhum momento deveriam ser discutidas, como por exemplo a divindade de Cristo. Sabemos que por haver uma influência do povo hebreu de existir apenas um Deus, há uma dificuldade maior. Outra dificuldade é o mistério em discernir como um Deus se divide em um ser trino, ou então como funciona a economia de cada um desses componentes da trindade onde sua divindade é respeitada sem precisar colocar em escalão hierárquico. Apesar de tudo isso, podemos sim ser simples e bíblicos em nossa teologia.
Faculdade kurios
ResponderExcluirIgreja Videira
Aluna: Erica Motta
E-Mail:ericastival@gmail.com
A Trindade Santa
No período da PRÉ-REFORMA, definiu por meio do Concílio de Nicéia que o Filho é co-essencial com o Pai e o Concílio de Constantinopla afirmou a divindade do Espírito. Foi decretado que o Filho é gerado pelo Pai e que o Espírito Santo procede do Pai e do Filho.
Já no PÓS-REFORMA, não houve avanço da doutrina da Trindade, mas vemos a repetição de alguns erros, alguns defendendo a subordinação, outros defendendo os ensinos de Ário e ainda aqueles que criam que Cristo era simples homem e o Espírito Santo apenas um poder ou influência.
Apesar de tantas discussões teológicas podemos afirmar com base nas escrituras e revelação da palavra que a trindade é representada pela plenitude do Deus Pai, Deus Filho e Deus Espirito Santo. Um só Deus completo em 3, completo em poder, em autoridade, em domínio e em glória. Apesar da sua essencia indivisível Deus se apresenta sendo 3 seres individuais e completos em cada um deles.
Uma prova clara da triunidade no novo testamento foi a corporificação da trindade no batismo de Jesus como filho, a pomba como Espírito e a Voz de Deus Pai.
De forma resumida podemos descrever a individualidade da divindade onde Deus se revela como o Deus que não é criado, Jesus como o filho que veio para tirar o pecado do mundo e o Espírito Santo como consolador.
Posso concluir então que adoramos um Deus em trindade,e e trindade em unidade. Não confundimos as pessoas, nem separamos a substância, mas no Pai, no Filho e no Espírito Santo, há uma divindade, glória igual e majestade coeterna. No entanto, não há três deuses, mas um Só Deus, que se manifesta em três pessoas. E nesta trindade não existe primeiro nem último, maior ou menor, mas as três pessoas coeternas são iguais entre si mesmas, de maneira que, tanto há unidade na trindade, como a trindade na unidade devem ser adoradas.
Faculdade Kurios
ResponderExcluirDisciplina: Teologia Sistematica 1
Professor: Guilherme
Aluno: Vinícius de Felipe Tocantins e Motta
A história há tempos se divide em prol de um questionamento a cerca da Doutrina da Trindade. A grande dúvida seria como um só Deus se manifesta na forma de 3 pessoas (Pai, Filho, Espírito Santo).
A existência da trindade é inquestionável. Na cena do batismo de Jesus temos a comprovação deste fato, quando Jesus O Filho (em forma de homem), Deus O Pai (através da voz que bradou do céu) e o Espírito Santo (através da pomba que aparece neste momento e repousa sobre Jesus) se encontram em um mesmo local, no mesmo instante em 3 pessoas diferentes.
Mesmo se manifestando em três pessoas diferentes, a essência de Deus é uma, sendo esta, absoluta, completa e perfeita. O caráter de Deus é um só, tendo uma só vontade, manifestando o mesmo poder. A essência de Deus representa a comunhão da Trindade.
Talvez muita discussão se deve ao fato de que precisamos entender que há coisas, que somente nos serão reveladas - ou não - em momentos oportunos certamente quando estivermos na glória – porque, se trata dos mistérios insondáveis de Deus.
Curso de Teologia
ResponderExcluirTurma: Igreja Videira - Goiânia
Aluno: Sara de Sousa Soares
E-mail: sara_engenharia@yahoo.com.br
TEOLOGIA SISTEMÁTICA 3ª EDIÇÃO LOUIS BERKHOF – EDITORA CRISTÃ
A TRINDADE SANTA
A doutrina da Trindade no decorrer da história foi bombardeada com diversas teorias, onde a maioria falha, confusa e fora da realidade do Deus Triuno. No período da pré Reforma foi praticamente abordado a Unidade de Deus e a desvalorização da segunda e terceira pessoa da Trindade. Já no séc. IV a obra Trinitate de Agostinho traz uma realidade mais completa da Trindade.
Na Pós Reforma Há repetidas formulações erradas sobre o assunto como a subordinação com relação ao Pai.
A trindade é um mistério que transcende a compreensão humana, principalmente em sua natureza essencial e depende, decisivamente, da revelação divina. Para reforçá-la conta com passagens do Velho e Novo Testamento, aonde a mais completa revelação vem quando o Verbo se fez carne e o Espírito Santo fez da igreja sua habitação. Já a manifestação dos três foi revelada no batismo de Cristo, onde se ouve a voz do Pai vinda do céu e do Espírito Santo descendo em forma de pomba.
Curso de Teologia - Faculdade Kurios
ResponderExcluirIgreja Videira
Aluno: Pedro Henrique Noleto Cruz
pedrohenricruz@hotmail.com
Doutrina da Trindade
Constantemente a doutrina da “Trindade” é contestada ao longo dos anos por todas eras da igreja, a igreja começou a formular a sua doutrina da Trindade no século quarto. O Concílio de Nicéia (325 A.D) declarou que o Filho é co-essencial com o Pai, enquanto que o Concílio de Constantinopla (381 A.D) afirmou a Divindade do Espírito.
A doutrina da Trindade depende decisivamente da revelação, portanto sem revelação de Deus jamais conseguiremos entender a doutrina da Trindade.
À medida que estudamos o inter-relacionamento dos membros da Trindade descobrimos que o "Pai" é Deus e a primeira pessoa da Trindade, o "Filho" é Jesus e a segunda pessoa, e o "Espírito Santo" forma a terceira pessoa. Deus é um ser Triúno, onde Deus Pai é o criador, Deus Filho é Jesus o homem gerado do Pai, e Deus Espírito Santo que faz Sua habitação nos corações dos crentes, que os separa para Deus, e que os purifica do pecado, o Espírito e a Palavra falada de Deus atuam lado a lado. Tudo que Deus faz começa a existir através da palavra falada e criada, Cristo é a palavra personificada e isso nos mostra a importância da nossa conversação e da confissão, e a necessidade de oração, temos que falar a palavra criativa antes que o Espírito seja liberado para operar milagres. Em Gn 1 lemos que o Espírito pairava sobre a face das águas; até que Deus falou e, então a Palavra e o Espírito se uniram para formar toda a criação.
É inegável que toda a Trindade esteve envolvida em toda a criação. Em Gn 1:26, esse envolvimento mútuo das pessoas da Trindade fica bem claro "Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança", esses pensamentos precisam estar guardados em nossas mentes enquanto prosseguimos nossa vida e caminhada cristã.
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ResponderExcluirIgreja Videira
Aluno: Geovanes Almeida Viana
almeidaradical@gmail.com
O Senhor Jesus veio para os seus e os seus rejeitaram ao messias, da mesma forma, os judeus e outros mais não creem na trindade; Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.
Não creram na divindade do Filho nem do Espírito Santo; Deus é soberano, e em sua plenitude opera suas maravilhas na unidade da trindade. O Filho veio encarnado para pagar o preço da nossa salvação e o Espírito Santo, habita dentro de nós conduzindo-nos a salvação plena.
O próprio Deus fez morada em nós, e é essa realidade que nos permite ter comunhão com Deus e testificar operar da Trindade Santíssima. A revelação da Trindade tornou-se mais clara com a vinda do Senhor Jesus.
A essência das três pessoas da Trindade é uma só; Deus perfeito; não há uma hierarquia de poder e sim economia de funções. O Filho intercede ao pai por nós e já nos justificou e o Espírito Santo nos capacita em Deus, nos conduzindo no caminho do vencedor em Cristo Jesus.
Habitando em nós, o Espírito Santo, nos guia, nos ensina. Deus, três em um, é a nossa luz e intercede por nós.
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ResponderExcluirIgreja Videira
Aluno: Lucas P SIlva
lukaspsilva10@gmail.com
A doutrina da Trindade na História
Período da Pré-Reforma: Tertuliano foi o primeiro a empregar o termo “trindade” e a formular a doutrina, porém está foi deficiente. Com isso vários pensamentos foram sendo formulados em virtude de uma explicação lógica para esse fato. A igreja começou a formular a sua doutrina da Trindade no século quarto. O Concilio de Nicéia (325) declarou que o Filho é co-essencial como Pai, enquanto que o Concilio de Constantinopla (381) afirmou a divindade do Espírito, embora sem muita precisão.
Período da Pós-Reforma: Depois da reforma não tivemos muito progresso no desenvolvimento da doutrina da Trindade, pelo contrario, encontramos repetidamente algumas das errôneas formulações antigas, a doutrina da subordinação.
A personalidade de Deus e a Trindade: Os atributos comunicáveis de Deus salientam a Sua personalidade. Shedd baseia o seu argumento na autoconsciência geral de Deus triuno. Ele argumenta que Deus não poderia contemplar-se a Si mesmo, conhecer-se e comunicar-se Consigo mesmo, se não fosse triuno em sua constituição. Barlett diz que a personalidade não se desenvolve nem existe na isolação, mas somente associada a outras pessoas.
Prova Bíblica da Doutrina da Trindade: Esta depende decisivamente da revelação. Ela foi trazida ao nosso conhecimento unicamente pela auto-revelação especial de Deus. Portanto, é de máxima importância reunir suas provas nas escrituras.
Provas do Velho Testamento: Os pais da Igreja opinaram que a Doutrina da trindade foi revelada completamente no Velho Testamento. O Velho Testamento não contém plena revelação da existência trinitária de Deus.
Provas do Novo Testamento: O Novo Testamento traz uma revelação mais clara das distinções da Divindade. As pessoas da Trindade, separadas, são expostas com clareza às nossas mentes. No batismo Jesus menciona as três pessoas: “batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”.
Exposição da Doutrina da Trindade: Há no ser Divino apenas uma essência, ou seja, Sua natureza constitucional. Em Deus não há três indivíduos justapostos e separados uns dos outros, mas somente auto-distinções pessoais dentro da essência divina, que é não só genericamente, mas também numericamente, uma só. A igreja confessa que a Trindade é um mistério. È impossível ao homem torná-la inteligível.
As três Pessoas Consideradas Separadamente O Pai, ou a primeira pessoa da Trindade: Num sentido inteiramente diverso, contudo, o nome é aplicado a primeira pessoa da Trindade em Sua relação com a segunda pessoa. A única obra exclusivamente peculiar ao Pai é a da geração ativa.
O Filho, ou a segunda pessoa da Trindade: É muito evidente que Jesus Cristo é apresentado como o Filho de Deus na Escritura, independentemente de Sua posição e obra como Mediador. A propriedade característica do Filho consiste em que Ele é eternamente gerado do pai. É geração da subsistência pessoal, e não da essência divina do Filho. O Pai gera a subsistência pessoal do Filho, mas com isso também Lhe comunica a essência divina. Segundo as escrituras, a Ele é atribuído nomes divinos, atribui a Ele perfeições divinas, tais como existência eterna, onipresença, onisciência, onipotência, imutabilidade, todos os atributos que são pertencentes ao pai.
Espírito Santo. A Ele são atribuídas características, como a inteligência, vontade, sentimentos. Também realiza atos próprios de personalidade. Sonda, testifica, ordena, revela, luta, cria etc. Ele também prepara e qualifica para a obra, assim como fez com Cristo. Agiu na inspiração da escritura, trazendo revelação especial de Deus. O Espírito Santo forma e dá aumento à igreja, e habita nela como principio da nova vida. Este traz também o ensino e a direção da igreja, ele guia a toda a verdade. Ele manifesta a gloria de Deus e de Cristo, aumenta o nosso conhecimento do Salvador e prepara para o destino eterno.
Teologia avançada
ResponderExcluirIgreja Videira
Aluno: Francidalva Lima Fernandes
Data: 14/11/2014
Email: fran22.fernandes@gmail.com
A trindade santa
Período da pré reforma, no tempo de Jesus os judeus davam muitas ênfases a unidade de Deus, isso foi trago para dentro da igreja Tertuliano foi o primeiro a entregar o termo trindade e a reformular a doutrina, mas foi deficiente desde que envolvia uma infinidade subordinação do filho ao pai.
Período da pós reforma; os Arminianos, espiscopio Curcileu Elimbogh reviveram a doutrina da subordinação, e atribuíram ao pai uma certa perminencia sobre as outras pessoas.
Exposição da doutrina da trindade, pode se discutir , melhor resumidamente a doutrina da trindade em conexão com várias proposições em que constituem um epítome da fé professada pela igreja sobre estes pontos. Várias analogias sugeridas para lançar luz sobre o assunto. Algumas dessas analogias ou ilustrações foram tiradas da natureza inanimado do reino vegetal, foram extraídos da vida do homem.
As três pessoas considerados separadamente,
O pai, ou a primeira pessoa da trindade que em sua implicação é Deus .
O filho, ou a segunda da trindade é chamado filho ou filho de Deus e é o Espírito Santo ou a terceira pessoa da trindade. O espírito Santo dá testemunho de Cristo e guia a igreja em toda verdade.
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Aluno: Werner Cunha
wernercunha2011@hotmail.com
A DOUTRINA DA TRINDADE NA HISTÓRIA
Ao estudar e analisar a doutrina da trindade pode ver como no decorrer da história a igreja enfrentou dificuldades para realiza-la e fazer justiça aos dados de escritura. Essas origens teve como direção a trindade o pai subordinado ao filho, ao pai, quanto que o espírito santo e subordinado até filho . Com isso a interpelação dos três, foi oficialmente declarada. . Como foi essência a reforma como avia conceito errados.
Podemos ver o agir de Deus através do Espirito Santo considerando simplesmente com o aspecto de Deus, o Pai e o Filho, a unidade de todas as coisas. Durante um bom tempo ver considerável período de tempo que declinou o interesse da doutrina da Trindade em discussão teológica. Centralizando particularmente na personalidade de Deus.
A EXPOSIÇÃO DA DOUTRINA DA TRINDADE. Neste único ser divino há três pessoas ou subsistência individuais, consubstanciar a doutrina da trindade.
Toda a indivisa essência de Deus pertence igualmente a cada uma das três pessoais
Não devemos dizer o homem e pessoal e Deus é e super pessoal. Para entendermos a doutrina da trindade precisamos decisivamente da revelação de Deus.
Estudando e vendo a importância da devinda numericamente pelo que a unidade da essência das pessoas é uma unidade numérica. A subsistência e as operações das três pessoas serem divido são assinaladas por certa ordem definida. Há certa ordem da trindade ontológica.
A geração é um ato exclusivo d pai, a filiação pertence exclusivamente ao filho, e ao processo só pode ser atribuída ao espirito santo. É redenção ao filho e santificação ao espirito santo.
Podemos ver algumas de suas relações e de seus modos de manifestações, mais é inteligente em sua natureza essencial. Ela jamais tentou explicar a trindade mas procurou somente formular a doutrina de modo que fossem evitados os erros.
Toda a verdade pode ser vista na pessoa da trindade. O nome da com relação a Deus com o mesmo sentido nas escrituras. É somente porque ela era filho de Deus essência e eterno, que podia ser chamado filho de Deus como Messias. De acordo com a sua natureza humana, ele foi gerado pela operação do sobrenatural do espírito santo, e nesse sentido é o filho de Deus. A relação dada e aplicada mostra primogênito com relação entre pai e o filho, conquanto singular, pode ser não obstante, retratada aproximadamente como uma relação de geração e nascimento fato da geração eterna do filho. Simplesmente que ele já existia antes da criação dos céus e da terra.
A prova bíblica da personalidade do Espirito Santo é mais do que suficiente e designativa da sua própria personalidade.
A verdade extraída da revelação de Cristo pela regeneração é vista na santificação que habita como principio da nova vida sobre todas as coisas deu a igreja. Somos testemunhas deste fato bem assim o Espirito Santo que Deus nos concebeu que lhe obedecesse.
Goiania 14 de novembro de 2014
ResponderExcluirFaculdade ; kurios
Videira de goiania – go
Aluno; Luann Rodrigues
Teoligia Cristã
SINTESE; A DOUTRINA DA TRINDADE DE DEUS
Sempre existiu muita discussão a respeito da divindade e veracidade da trindade, e aqui vamos apresentar alguns pontos importantes dessa discussão; No período Pré-reforma, Tertuliano foi o primeiro a empregar o termo “Trindade” e a formular a doutrina, mas a sua formulação foi deficiente, desde que envolvia uma infundada subordinação do Filho ao Pai, antes um pouco os judeus tiraram a existência da trindade, levando em consideração apenas “Deus”.
Quanto a personalidade de Deus e a trindade, podemos ver sua vida, que nos apresenta claramente na Escritura, como uma vida pessoal; e naturalmente, é da maior importância sustentar a
verdade da personalidade de Deus, pois, sem ela não pode haver religião no real sentido da palavra: nem oração, nem comunhão pessoal, nem entrega confiante, nem confiante esperança. Visto que o homem foi criado à imagem de Deus, podemos compreender algo da vida pessoal de deus pela observação da personalidade como a conhecemos no homem. E esta existência tripessoal é uma necessidade do Ser Divino, e em nenhum sentido resulta de uma escolha feita por Deus, Ele não poderia existir em nenhuma outra forma que não a forma tripessoal.
A doutrina da Trindade depende decisivamente da revelação, embora existem os estudos tanto do velho, quanto do novo testamento, ainda persiste as discussões a respeito, sem chegar a nenhum lugar em comum, a única passagem que fala de tri-unidade é 1.Jo 5.7, mas sua genuinidade é duvidosa, razão pela qual foi eliminada das mais recentes edições críticas do Novo Testamento; claro que podemos contar com as analogias, quanto a água, mesmo sendo uma matéria sem personalidade, vida do homem, natureza do amor e etc, que sem dúvida acrescentaram um pouco nos estudos.
Considerando que os três seres da divindade, que podem ser considerados como um, podem ser analisados e estudados de forma independente, cada um apresenta suas caracteristicas e especificações, como por exemplo, a. O nome “Pai” em sua aplicação a Deus. Este nome nem sempre é empregado com relação a Deus com o mesmo sentido na Escritura, O nome “Filho” em sua aplicação à segunda pessoa. A segunda pessoa da Trindade é chamada “Filho” ou “Filho de Deus” em mais de um sentido do termo, o termo hebraico com o qual Ele é designado é Ruach, e o grego, é pneuma, ambos os quais, como o vocábulo latino spiritus, derivam de raízes que significam “soprar”, “respirar”.
Curso de Teologia - Faculdade Kurios
ResponderExcluirIgreja Videira
Aluno: Samuel Gomes Vieira
Samuel7370@gmail.com
Teologia sistemática 1
Ao longo da história o homem vem tentando desvendar o mistério de Deus, vem tentando compreender de maneira claro o significado prático de Deus Pai, Deus Filho, Deus Espirito Santo. Muitos teorias e crenças surgiram, houve uma evolução na compreensão da plenitude de Deus, mas a verdade e que mesmo depois da reforma protestante nos cristãos temos dificuldade de compreender plenamente estes três aspectos de Deus. Nesse período surgiu-se então a doutrina da Trindade que de acordo com os estudos da bíblia e as revelações adquiridas de Deus tenta compreender de maneira plena toda a questão entre Pai, Filho e Espirito Santo.
Antigos estudiosos acreditavam que a doutrina da Trindade foi completamente revelada no Velho Testamento, porem também havia um grupo de estudiosos que defendiam que não existe nada desta doutrina no Antigo Testamento. Foram esses e outros estudiosos que por suas pesquisas e revelações divinas nos ajudaram a ter uma compreensão mais clara hoje, mas o fato e que nenhum desses grupos estavam corretos. Não vemos a plena revelação da existência trinitária no Velho Testamento, porem há várias indicações dessa doutrina. As afirmações mais relevantes que embasam essa verdade e dada com fatos e não somente com palavras. Já no Novo Testamento vemos uma revelação mais clara acerca da doutrina da Trindade. Jesus batizou em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo.
Mesmo depois de tantos anos que se passaram, de tantas revelações que Deus tem nos dado, há questões que somente iremos compreender plenamente quando formos glorificados com Cristo. A plenitude será revelada a todos seus filhos e teremos o entendimento de toda ciência que existe no universo. Estaremos lado a lado com o criador, o autor e consumador de nossa fé.
Curso de Teologia - Faculdade Kurios
ResponderExcluirIgreja Videira
Aluno: Reinaldo R. Passos
venuscalcados.adm@gmail.com
Teologia sistemática 1
A Trindade Santa
Com base no texto de Louis Berkhofi definir a doutrina que gera controvérsia, nas reformas e estudos desenvolvidos podemos ressaltar a conexão com a doutrina da revelação onde simplesmente ‘’Deus fala’’ Ele é revelador (pai) revelação (filho) e revelação (espírito santo) e continua sendo DEUS soberano .
O principal atributo continua sendo a unidade para a revelação plena, da divindade em cada um, na autoconsciência onde o sujeito tem que conhecer a se mesmo e perceber o que fez. Está doutrina depende completamente da revelação que se tem da palavra no velho testamento com algumas indicações da existência do ser triuno, porém com a clareza do novo testamento e a revelação da obra da redenção, a distinção da divindade, onde vemos o Pai dirigindo-se ao filho (Marcos11:25 ) o filho dirigindo- se ao Pai (Mateus 11:5) e o espírito santo orando no coração dos crentes (Romanos 8:26).
O ser divino essência do indivisível e sua subsistência individual do Pai do Filho e do Espírito Santo, absoluta perfeição de cada uma das pessoas. A expressão da trindade transcende a compreensão do homem através da comunhão entre as pessoas que confessam a trindade através de cristo em nós.
Curso de Teologia - Faculdade Kurios
ResponderExcluirIgreja Videira
Aluno:Guilherme Carneiro Passos
gpassosvid@hotmail.com
Vemos que não é apenas dos dias atuais as discussões e duvidas que surgem a partir do tema trindade divina, essa, vem desde a antiguidade , opiniões que ate hoje buscam um único consenso porem ainda existem muitas contraversas , Deus é um único ser divino e Jesus e o Espírito são apenas criações? Deus, Jesus e o Espírito são um ? , ou ambos divinos entre outras varias opiniões que se divergem entre si. De acordo com o material entregue para leitura podemos ver diferentes pontos de vistas de grandes pensadores.
Penso que esse tema , assunto ou crença não se restringe ao pensamento um entendimento humano, vai muito alem da nossa capacidade de entender que três seres possam ser um, mas ao mesmo tempo estando em lugares diferentes , e ao mesmo tempo juntos. Assim como dizem que não se pode colocar Deus em uma caixinha , também não se pode entender a Trindade Divina com os olhos naturais , somente com os olhos espirituais e uma vida ativa no espírito , para que possamos ver o que somente com os olhos espirituais podemos ver , para que possamos ouvir e sentir aquilo que a trindade pai filho e espírito santo podem nos proporcionar.
Pude chegar a uma opinião , e tive como ponto de partida o versículo em Gênesis 1;26 / 5;1 que aborda a questão de sermos a imagem e semelhança. Nós homem e mulher geramos a nossa imagem e nossa semelhança, assim também foi o senhor conosco nos criou a sua imagem e semelhança e nos somos um ser triuno aonde temos em nós corpo alma e espírito , podemos dizer que deus é um ser triuno tendo também corpo alma e espírito respectivamente Jesus , Deus e Espírito Santo. Deus o pai , ele é amor , Jesus o filho, o verbo que deixou toda sua soberana gloria para vir ao mundo como um mero homem passar por tudo que passamos e não ceder a nenhuma tentação que tenha sido tentado e pagou o preço por nossas vidas , o Pai somente aceitou esse sacrifício porque era um sacrifício puro, e o espírito aquele que habita em nós .
ResponderExcluirCurso de Teologia- Faculdade Kurios
Igreja Videira
Aluna- Katyucia X de Bastos
katy.bastos@hotmail.com
Teologia sistemática
A Trindade Santa
A doutrina da trindade sempre enfrentou dificuldades e, portanto, não é de admirar que a igreja , em seus esforços para formulá-la, tenha sido repetidamente tentada a racionaliza-lá e a dar-lhe uma construção que deixava de fazer justiça aos dados da Escritura.
1- Periodo da pré-reforma,Os judeus do tempo de Jesus davam muita enfase a´unidade de Deus, e esta enfase foi trazida para dentro da igreja cristã.O resultado foi que alguns eliminaram completamente as distinções pessoais da Divindade, e que outros não fizeram plena justiça á divindade essencial da segunda e da terceira pessoa da TrindadeSanta.
2-Prova bíblica da doutrina da Trindade.
A doutrina da trindade depende decisivamente da revelação. É verdade que a razão humana pode sugerir algumas ideias para consubstanciar a doutrina, e que os homens, fundados em bases puramente filosóficas , por vezes abandonaram a ideia de uma unidade nua e crua em Deus, e apresentaram a ideia do movimento vivo e de auto-distinção. Tambem é verdade que a experiência cristã parece exigir algo parecido com essa construção da doutrina de Deus. Ao mesmotempo,é uma doutrina que não teríamos conhecido, nem teríamos sido capazes de sustentar com algum grau de confiança,somente com base na experiência , e que foi trazida ao nosso conhecimento unicamente pela auto-revelação especial de Deus.
Deve-se a mais completa revelação da Trindade no Novo Testamento ao fato de que o Verbo se fez carne , e que o Espirito Santo fez da igreja Sua habitação.É o Espirito Santo que faz Sua habitação nos corações dos crentes, que os separa para Deus, e que os purifica do pecado.
Aluno : Divino Dos Reis Silva Magalhães
ResponderExcluirFaculdade Kurios
Igreja Videira
amandosempre19@gmail.com
A doutrina da trindade sempre enfrentou dificuldades de compreensão, e não de se admirar que a igreja na tentativa de compreende-la tenha reformulado toda ela, e isso vem acontecido ao longo dos séculos.
1. Período da pré reforma.
Os judeus do tempo de Jesus davam muita ênfase á unidade de Deus, e isso foi trazido no meio da igreja, o resultado foi que alguns eliminaram completamente a distinções das divindade pessoais da trindade, e que outros não fizeram plena justiça a divindade essencial da trindade santa.
Tertuliano foi o primeiro a usar o termo trindade, e formular sua doutrina. Mas sua formulação ficou bastante ineficiente, desde que foi colocada numa subordinação do filho o pai. Orígenes foi mais longe ainda nessa direção colocando o filho um subordinação ao pai quanto a essência e ao Espírito Santo uma grande subordinação ao filho. Ele basicamente desacreditou a divindade dessas duas pessoas e isso ele forneceu um base para o ensino dos arianos, que negavam a divindade do filho e do Espírito Santo, ele atribuíam o como primeira criação do Pai e o Espírito a primeira criação do Filho.
Assim a consubstancialidade do filho e do Espírito Santo com o Pai foi sacrificada, com o fim de preservar a unidade, esse segundo conceito foi as três pessoas da divindade se diferem em grau de dignidade.
2- Período da Pós Reforma
Depois da reforma não temos maior desenvolvimento da doutrina da trindade, mas o que encontramos são ainda repetidas formulações antigas e erradas. Os arminianos, curceleu e limborg reaviram a doutrina da subordinação e outra vez com o argumento de defender a unidade da trindade.
Eles atribuíam a Deus pai um preeminência com relação ao filho e ao espírito Santo, em ordem dignidade e poder, posições parecidas com essa foram tomadoas por outros teólogos, o Primeira Samuel Clacker na Inglaterra, e pelo luterano Kahnis. E já outros seguiram o caminho indicado por sabélio. Ensinando uma espécie do modalismo, como Emmanuel Swedenborg, que sustentavam que o eterno Deus homem, fez se carne no filho e se manifestava no Espírito Santo; Hegel dizia como Deus Pai como Deus em si e como o filho como Deus se objetivando e como o Espírito e como Deus se retornando em si mesmo..
E Shleiermacher,que considerava as três pessoas, como aspectos de Deus: o Pai é Deus como a subjacente unidade de todas as coisas, o filho é Deus como passando a uma personalidade consciente no homem, e o Espírito Santo é Deus vivendo na igreja.
Os socinians da época da reforma seguiam as mesmas linhas de raciocino arianos, mas para eles Cristo era um homem simples e o Espírito Santo apenas um poder de Influencia.
Faculdade Kurios
ResponderExcluirIgreja Videira
Israel Cardoso
Israel.vinha@gmail.com
Durante toda a historia, em vários momentos a existência da trindade ou a composição dela foi discutida, sem chegar em nenhuma conclusão óbvia.
No periodo pre-reforma os Judeus davam muita importância a Divindade do Deus essa ênfase foi trazida pra dentro da igreja. Tertuliano foi o primeiro a usar o termo Trindade, porém trazia um certa deficiência que colocava o filho subordinado ao pai.Origenes foi mais longe e colocou até o Espirito abaixo do Filho fazendo assim uma estrutura hierárquica dentro da trindade. O monarquismo Dinamico via Jesus era apenas um homem e o Espirito Santo uma influencia. o Monarquismo modalista via as três pessoas da trindade como 3 formas diferente de manifestação.
2. período pós reforma. Chegamos a varias discussões sem realmente chegarem ao que realmente importa que é ter certeza de que Deus é um e ao mesmo tempo é três. Só podemos chegar a uma conclusão exata da trindade se for gerado pelo própria pessoa do Espírito. O Pai deseja um Filho aqui na terra, o Espírito deseja ter um amigo e o Filho deseja uma noiva, são três que se relacionam com o Homem de formas diferentes.
Curso de Teologia : Faculdade Kurios
ResponderExcluirIgreja Videira
Aluno ; Julio Cesar Mota De Almeida
E-mail ; jcmota866@gmail.com
Teologia Sistemática 1
O Judeu do tempo do tempo de Jesus Focava muito a unidade de Deus, e este foco foi trazido para dentro da Igreja Cristã.
A Maior contribuição de Tertuliano para Teologia foi a sua reflexão a cerca do ministério trinitário.
Criou um vocabulário que passou a fazer parte da linguagem oficial da teologia Cristã. Porem, o seu pensamento foi deficiente, envolveu um fundamento que havia subordinação do filho e Pai, ensinou que o filho e subordinado ao Pai quanto ao seu principio e que o Espírito Santo e subordinado ate mesmo ao filho.
Tertuliano não acreditava na divindade essencial esta duas pessoas do ser Divino e pior, passou aos arianos, que não aceitava da Divindade e do Espírito Santo. Alguns teólogos da pós reforma não deu maior desenvolvimento na doutrina da Trindade .
Os Arminianos, Episcopio,curceleu e Limborgh reavivaram a Doutrina da subordinação, o teólogo luterano Kahnis seguiram um caminho indicado por sabelio.
Sabelio foi teólogo Cristão, nascido na Libia, sua fama iniciou quando foi para Roma, mas sua forma modalismo e fonte de distorções da Bíblia ate os dias de hoje.
A Trindade e a doutrina Crista que professa a Deus único em três pessoas distintas, Pai, Filho e o Espírito Santo , com isso o conceito de um so Deus, Onipotente, onisciente, e onipresente.
Curso de Teologia : Faculdade Kurios
ResponderExcluirIgreja Videira
Aluna: Edivania Cavalcante da Silva Guerreiro
E-mail: guerreiroedivania@gmail.com
Teologia sistemática 3º Edição Louis Berkhof – Editora Cristã.
Professor: Guilherme – Igreja Videira (Curso de Teologia – Faculdade Kurios)
Aluna: Edivânia Cavalcante da Silva Guerreiro
VIII. A Trindade Santa
A. A Doutrina da Trindade na História, devido suas dificuldades a igreja foi tentada a racionaliza-las deixando de fazer justiça as Escrituras.
1-Período da Pré-Reforma: Os Judeus dava valor a unidade de Deus e essa importância foi trazida para dentro da Igreja. Eliminaram a distinções pessoais da Divindade, e também fizeram plena justiça à divindade da segunda e da terceira pessoa da Trindade Santa.
2 -Período da Pós-Reforma: Reavivaram a doutrina da subordinação, para defender a unidade da Trindade. Existem percursores dos unitários e dos teólogos modernistas, falam que Jesus é mestre divino e também identifica o Espírito Santo.
B. Deus como Trindade em Unidade
1. A Personalidade de Deus e a Trindade, os atributos de Deus se refere a Sua personalidade, revelado como um ser moral e racional. Sua vida está claramente nas Escrituras. Pois fomos criados à imagem de Deus. A forma original da personalidade não está no homem, mas em Deus. O homem é unipessoal e Deus é tripessoal (Ser Divino).
2. Prova Bíblica da doutrina da Trindade, depende da revelação e a experiência cristã exige algo como a construção da doutrina de Deus. Somente na experiência não teríamos conhecido. Por isso é importante reunir provas escriturísticas do Velho e do Novo Testamento.
3. Exposição da Doutrina da Trindade, existe várias proposições sobre a fé professada pela a igreja. Exemplos: Deus é um em Seu essencial, em Sua natureza constitucional; Único Ser Divino, há três pessoas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo; A essência de Deus pertence às três pessoas; A subsistência do Pai é a primeira, o Filho a segunda e o Espirito Santo é a terceira; As obras são realizadas pelas três pessoas juntas e a Igreja declara que a Trindade é um mistério oculto ao homem.
C. As Três Pessoas Consideradas Separadamente.
1. O Pai, ou a primeira pessoa da Trindade, ao Deus triúno, a todas as coisas criadas e também a relação com Israel.
2. O Filho, ou a segunda pessoa da Trindade, é chamado unigênito, Filho de Deus ou do Pai.
3. O Espírito Santo, ou a terceira pessoa da Trindade, Ele está relacionado com Deus o Pai como a alma humana é com o homem. O Espírito Santo forma e dá crescimento à igreja.
Faculdade: KURIOS
ResponderExcluirVideira Goiânia-GO
Aluno: Daniele de Jesus
Síntese: A Doutrina da Trindade Santa
Tertuliano foi o primeiro a empregar o termo “Trindade” e a formular a doutrina, mas a sua formulação foi deficiente, desde que envolvia uma infundada subordinação do Filho ao Pai. Orígenes foi mais longe nesta direção, ensinando explicitamente que o Filho é subordinado ao Pai quanto à essência, e que o Espírito Santo é subordinado até mesmo ao Filho. Ele desacreditou a divindade essencial destas duas pessoas do Ser Divino e forneceu um ponto de partida aos arianos, que negavam a divindade do Filho e do espírito Santo.
O Concílio de Nicéia (325 A.D.) declarou que o Filho é co-essencial com o Pai, enquanto que o Concílio de Constantinopla (381 A.D.) afirmou a divindade do Espírito, embora não com a mesma precisão. Quanto à interrelação dos três, foi oficialmente declarado que o Filho é gerado pelo Pai, e que o Espírito procede do Pai e do Filho.
Depois da Reforma não temos maior desenvolvimento da doutrina da Trindade, mas o que encontramos repetidamente são algumas das errôneas formulações antigas. Os arminianos, Episcópio, Curceleu e Limborgh reavivaram a doutrina da subordinação, outra vez, ao que parece, principalmente para defender a unidade da Trindade.
Os socinianos da época da reforma seguiam as linhas arianas, mas foram além de Ário, pois para eles Cristo era simples homem e o Espírito Santo apenas um poder ou influencia. Eles foram os precursores dos unitários e também dos teólogos modernistas, que falam de Jesus como um mestre divino e identificam o Espírito Santo com o Deus imanente. Durante um considerável período de tempo, declinou o interesse pela doutrina da Trindade, e a discussão teológica centralizou-se mais particularmente na personalidade de Deus.
Deus como Trindade em Unidade quando falamos da Trindade de Deus, nos referimos a uma trindade em unidade, e a uma unidade que é trina.
Os atributos comunicáveis de Deus salientam a Sua personalidade, desde que O revelam como um Ser moral bem como racional. é da maior importância sustentar a verdade da personalidade de Deus, pois, sem ela não pode haver religião no real sentido da palavra: nem oração, nem comunhão pessoal, nem entrega confiante, nem confiante esperança. Argumenta Shedd que Deus não poderia contemplar-se a Si mesmo, conhecer-se e comunicar-se Consigo mesmo, se não fosse trino em sua constituição.
A doutrina da Trindade depende decisivamente da revelação. Deus é um em Seu ser essencial, ou seja, em Sua natureza constitucional. O termo essência descreve Deus como a soma total das perfeições infinitas; o termo substância O descreve como a base subjacente das atividades infinitas.
O nome “Pai” em sua aplicação a Deus. Este nome nem sempre é empregado com relação a Deus com o mesmo sentido na Escritura.
O nome “Filho” em sua aplicação à segunda pessoa. A segunda pessoa da Trindade é chamada “Filho” ou “Filho de Deus” em mais de um sentido do termo.
O nome aplicado à terceira pessoa da Trindade, Espírito Santo. Apesar de se nos dizer em Jo 4.24 que Deus é Espírito, o nome se aplica mais particularmente à terceira pessoa da Trindade.
A coisa mais difícil sobre a doutrina da Trindade é que não há uma maneira de explicá-la adequadamente. É impossível que qualquer ser humano consiga compreender o conceito da Trindade, muito menos explicá-lo. Deus é infinitamente mais elevado que nós, portanto, não devemos esperar que poderemos compreendê-lo totalmente. A Bíblia ensina que o Pai é Deus , que Jesus é Deus e que o Espírito Santo é Deus . A Bíblia também ensina que há um só Deus . Como essas duas afirmações da doutrina podem ser ambas verdadeiras é incompreensível à mente humana. No entanto, isso não significa que ambas não sejam verdadeiras.Com relação à doutrina da Trindade, nenhuma das ilustrações populares é uma descrição completamente precisa. O ovo falha porque a casca, a clara e a gema são partes do ovo, não o ovo em si. O Pai, Filho e Espírito Santo não são partes de Deus, cada um deles é Deus. A ilustração da água é um pouco melhor, mas ainda não é adequada para descrever a Trindade. Líquido, vapor e gelo são formas de água. O Pai, Filho e Espírito Santo não são formas de Deus, cada um deles é Deus. Assim, embora estas ilustrações possam nos dar uma imagem da Trindade, o quadro não é totalmente exato ou completo. Um Deus infinito não pode ser totalmente descrito por uma ilustração finita.
ResponderExcluirEm vez de se focalizar na Trindade, tente se concentrar no fato da grandeza de Deus e Sua natureza infinitamente maior que a nossa.
O Deus Jeová é Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo - três Pessoas, um Deus. Tertuliano (160-215 dC) explicou: "Definimos que há dois, o Pai e o Filho, e três com o Espírito Santo, e este número é constituído pelo padrão de salvação... Eles são três, não em dignidade, mas em grau, não em substância, mas na forma, não no poder, mas em espécie. Eles são da mesma substância e poder, porque há um só Deus do qual estes graus, formas e tipos se tornam no nome do Pai, Filho e Espírito Santo espírito" .O núcleo da doutrina da Trindade é a realidade de um Deus trino - Deus vive em comunhão e relacionamento consigo mesmo. Este é um conceito difícil de apreender. Mas vamos colocar uma doutrina do tamanho de Deus na perspectiva correta- Deus vai muito além da nossa compreensão. "’Pois os meus pensamentos não são os pensamentos de vocês, nem os seus caminhos são os meus caminhos’, declara o Senhor Deus. Não devemos nos incomodar com o fato de que não podemos compreender completamente a "tri-unidade". Não podemos compreender o infinito, a eternidade ou sequer a eletricidade, mas a realidade é real quer possamos compreendê-la ou não.
Tudo o que realmente precisamos saber sobre a doutrina da Trindade: "Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo…" (Mateus 28:19)
Faculdade Kurios
ResponderExcluirAluno: Celso Teixeira Rodrigues
E-mail: celsoteixeira@saneago.com.br
Síntese publicada dia 08/11/2014. Faltou o e-mail.
Faculdade KURIOS
ResponderExcluirVideira Goiânia-GO
Aluno: Nathan André da Silva
A Doutrina da Trindade na História
A doutrina da trindade sempre enfrentou dificuldades e, portanto, não é de admirar que a igreja, em seus esforços para formulá-la, tenha sido repetidamente tentada racionaliza-la e a dar-lhe uma construção que deixava de fazer justiça aos dados da Escritura.
1. PERÍODO DA PRÉ-REFORMA- Os judeus do tempo de Jesus davam muita ênfase
à unidade de Deus, e esta ênfase foi trazida para dentro da igreja cristã. O resultado foi
que alguns eliminaram completamente as distinções pessoais da Divindade, e que outros não fizeram plena justiça à divindade essencial da segunda e da terceira pessoas da Trindade Santa.
2. PERÍODO DA PÓS-REFORMA- Depois da Reforma não temos maior desenvolvimento da doutrina da Trindade Os arminianos, Episcópio, Curceleu e Limborgh reavivaram a doutrina da subordinação, outra vez, ao que parece, principalmente para defender a unidade da Trindade.
1. A PERSONALIDADE DE DEUS E A TRINDADE- Os atributos comunicáveis de Deus salientam a Sua personalidade, desde que O revelam como um Ser moral bem como racional.
2. PROVA BÍBLICA DA DOUTRINA DA TRINDADE- A doutrina da Trindade depende
decisivamente da revelação. Ao mesmo tempo, é uma doutrina que não teríamos conhecido, nem teríamos sido capazes de sustentar com algum grau de confiança, somente com base na experiência, e que foi trazida ao nosso conhecimento unicamente pela auto-revelação.
3. EXPOSIÇÃO DA DOUTRINA DA TRINDADE-
4. VÁRIAS ANALOGIAS SUGERIDAS PARA LANÇAR LUZ SOBRE O ASSUNTO- Desde os albores da era cristã fizeram-se tentativas para lançar luz sobre o Ser trinitário
de Deus, sobre a trindade na unidade e a unidade na trindade, com analogias extraídas de várias fontes.
C. As Três Pessoas Consideradas Separadamente. 1. O PAI, OU A PRIMEIRA PESSOA DA TRINDADE
2. O FILHO, OU A SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE-
3. O ESPÍRITO SANTO, OU A TERCEIRA PESSOA DA TRINDADE.-
Faculdade Kurius – FAK
ResponderExcluirAluno: Marco Aurélio Silva
marcoxaureliox@gmail.com
A DOUTRINA DA TRINDADE
PERÍODO DA PRÉ-REFORMA. O Concílio de Nicéia (325 A.D.) declarou que o Filho é co-essencial com o Pai, enquanto que o Concílio de Constantinopla (381 A.D.) afirmou a divindade do Espírito, embora não com a mesma precisão. No Oriente, a doutrina da Trindade encontrou a sua proposição mais completa na obra de João de Damasco, e no Ocidente, na grande obra de Agostinho, De Trinitate. A primeira ainda retém um elemento de subordinação, inteiramente eliminado pela segunda.
PERÍODO DA PÓS-REFORMA. Depois da Reforma não temos maior desenvolvimento da doutrina da Trindade, mas o que encontramos repetidamente são algumas das errôneas formulações antigas. Durante um considerável período de tempo, declinou o interesse pela doutrina da Trindade, e a discussão teológica centralizou-se mais particularmente na personalidade de Deus.
PROVA BÍBLICA DA DOUTRINA DA TRINDADE.
Provas do Velho Testamento. O Velho Testamento não contém plena revelação da existência trinitária de Deus, mas contém várias indicações dela. O Velho Testamento contém clara antecipação da revelação mais completa da Trindade no Novo Testamento.
Provas do Novo Testamento. O Novo Testamento traz consigo uma revelação mais clara das distinções da Divindade.. Na grande comissão Jesus menciona as três pessoas, Mt 28.19. A única passagem que fala de tri-unidade é 1.Jo 5.7, mas sua genuinidade é duvidosa, razão pela qual foi eliminada das mais recentes edições críticas do Novo Testamento.
O PAI, OU A PRIMEIRA PESSOA DA TRINDADE
O nome “Pai” em sua aplicação a Deus. Às vezes se aplica ao Deus Triúno como a origem de todas as coisas criadas, Hb 12.9; Tg 1.17. Conquanto nestes casos o nome se aplique ao Deus Triúno, refere-se mais particularmente à primeira pessoa, a quem a obra da criação é mais especialmente atribuída na Escritura.
O FILHO, OU A SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE
A segunda pessoa da Trindade é chamada “Filho” ou “Filho de Deus” em mais de um sentido do termo. Num sentido metafísico. Num sentido oficial ou messiânico.
O ESPÍRITO SANTO, OU A TERCEIRA PESSOA DA TRINDADE.
Apesar de se nos dizer em Jo 4.24 que Deus é Espírito, o nome se aplica mais particularmente à terceira pessoa da Trindade. O termo hebraico com o qual Ele é designado é Ruach, e o grego, é pneuma, ambos os quais, como o vocábulo latino spiritus, derivam de raízes que significam “soprar”, “respirar”. Daí, também podem ser traduzidos por “sopro” ou “fôlego”, Gn 2.7, ou “vento”, Gn 8.1: 1 Rs 19.11: Jo 3.8.
P.s.: Professor, estive e estou sob tratamento quimioterápico, por isso, a demora na entrega do trabalho.
Faculdade KURIOS
ResponderExcluirVideira Goiânia-GO
Aluno: Kassio Cavalcante Alves
A TRINDADE SANTA
A DOUTRINA DA TRINDADE NA HISTÓRIA -
Período da Pré-reforma.
Tertuliano foi o primeiro a empregar o termo "Trindade" e a formular a subordinação do Filho ao Pai.Origenes foi mais longe nesta direção, ensinando explicitamente que o Filho é subordinado ao Pai quanto a essência. e que o Espirito Santo é subordinado até mesmo ao filho.A igreja começou a formular a sua doutrina da Trindade no século quarto, o Concilio de Nicéia declarou que o filho é co-essencial com o Pai, enquanto que o Concilio de Constantinopla afirmou a divindade do Espirito, embora não com a mesma precisão.
Período da Pós-Reforma.
Os Arminianos entre outros grupos reavivaram a doutrina da subordinação, eles atribuíram ao Pai uma certa preeminencia sobre as outras pessoas da trindade.
Deus como trindade em unidade
Os atributos comunicáveis de Deus salientam a Sua personalidade, desde que O revelam como um Ser moral bem como racional.
Provas bíblicas da Doutrina da Trindade .
O antigo testamento não contém plena revelação da existência triuna de Deus, mas contém várias indicações dela, deve-se a mais completa revelação da trindade no Novo Testamento ao fato de que o Verbo se fez carne, e que o Espirito Santo fez da igreja Sua Habitação.
Há no Ser Divino apenas uma essência indivisível.
Neste único ser divino há três pessoas ou subsitências individuais, o Pai e o Filho e o Espirito Santo.
Toda a indivisa essência de Deus pertence igualmente a cada uma das três pessoas.
A Subsistência e as operações das três pessoas do Ser Divino são assinaladas por certa ordem definida.
Há certos atributos pessoais pelos quais se distinguem as três pessoas.A Geração é um ato exclusivo do pai, a filiação pertence exclusivamente ao Filho e a processão só pode ser atribuída ao Espirito Santo.
A igreja confessa que a Trindade é um ministério que transcende a compreensão do homem, a trindade é um mistério.
As Três Pessoas Consideradas Separadamente.
1. O PAI, OU A PRIMEIRA PESSOA DA TRINDADE
2. O FILHO, OU A SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE-
3. O ESPÍRITO SANTO, OU A TERCEIRA PESSOA DA TRINDADE.-
Faculdade KURIOS
ResponderExcluirVideira Goiânia-GO
Aluno: Marcus Vinicius Marques
A igreja confessa que a Trindade é um ministério que transcende a compreensão do homem. A Trindade é um mistério, não somente no sentido bíblico de que se trata de uma verdade anteriormente oculta e depois revelada, mas também no sentido de que o homem não pode compreende-la e não pode torná-la inteligível. É inteligível em algumas de suas relações e de se modos de manifestação, é ininteligível em sua natureza essencial. Os numerosos esforços feitos para explicar o ministério foram especulativos e não teológicos. Invariavelmente redundaram no desenvolvimento de conceitos triteístas ou modalistas de Deus, na negação ou da unidade da essência divina ou da realidade das distinções pessoais dentro da essência. A real dificuldade está na relação em que as pessoas da Divindade estão com a essência divina e uma com as outras;
A bíblia não trata a trindade como algo abstrato, o conhecimento dela e mais por revelação, e neste único ser há três pessoas, o PAI, o FILHO e o ESPIRITO SANTO.
Um exemplo da manifestação dos três agindo num mesmo momento na terra, está no batismo de JESUS. No qual a VOZ (DEUS) fala, a pomba (ESPIRITO SANTO) desce, e JESUS está sendo batizado. Nessa cena vemos a manifestação dos três de forma abstrata.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirFaculdade Kurios
ResponderExcluirAluno: Jonathas Souza Pinheiro
E-mail: jonathassouzapinheiro@gmail.com
Videira – Goiânia
Síntese - Teologia sistemática 3º Edição Louis Berkhof – Editora Cristã.
Trindade
No decorrer da historia observa-se que a busca pelo conhecimento tem aumentado, muitos questionamentos tem sido levantados e poucos respondidos, quando respondidos, a um vasto número de respostas errôneas e duvidosas. Porem todas com bases firmes bíblicas, há algumas em que podemos nos apoiar.
Tertuliano foi o primeiro a empregar o nome trindade na divindade de Deus, com isso se abriu um leque para novas hipóteses. A partir dele vários teólogos procuraram explicar a Plenitude da divindade. Dando base para as teorias de Ário, desacreditando que, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, os três fosse um só, sendo Deus. Os socinianos da época da reforma seguiam as linhas arianas, mas foram além de Ário, pois para eles Cristo era um simples homem e o Espírito Santo era apenas um poder ou influencia.
No período da pós-reforma, ficou claro que a palavra “Trindade” não é tão expressiva como a palavra holandesa “Drieenheid”, pois pode simplesmente denotar o estado tríplice (ser três), sem qualquer implicação quanto à unidade dos três. Geralmente se entende, porém, que, como, termo técnico na teologia, inclui essa ideia. Mesmo porque, quando falamos da Trindade de Deus, nos referimos a uma trindade em unidade, e a uma unidade que é trina.
A personalidade de Deus e a Trindade vemos que os atributos comunicáveis de Deus salientam a Sua personalidade, desde que O revelam como um Ser moral bem como racional.
Portando essas verdades devem estar firmes:
As Três Pessoas Consideradas Separadamente.
1. O PAI, OU A PRIMEIRA PESSOA DA TRINDADE
- O nome “Pai” em sua aplicação a Deus. Este nome nem sempre é empregado com relação a Deus com o mesmo sentido na Escritura.
- A propriedade distintiva do Pai.
- As opera ad extra atribuídas mais particularmente ao Pai.
2. O FILHO, OU A SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE
-O nome “Filho” em sua aplicação à segunda pessoa. A segunda pessoa da Trindade é chamada “Filho” ou “Filho de Deus” em mais de um sentido do termo.
-A subsistência pessoal do Filho. c. A geração eterna do Filho. d. A divindade do Filho. e. O lugar do Filho na Trindade econômica.
3. O ESPÍRITO SANTO, OU A TERCEIRA PESSOA DA TRINDADE.